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TOM JOBIM - Pianista, Arranjador…

Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim, mais conhecido como Tom Jobim, foi compositor, maestro, pianista, cantor, arranjador e violonista brasileiro, mais famoso dentro e fora do Brasil. É considerado um dos maiores expoentes da música brasileira e um dos criadores do movimento da Bossa Nova. É um dos nomes que melhor representa a música brasileira na segunda metade do século XX e é praticamente uma unanimidade entre críticos e público em termos de qualidade e sofisticação musical.

Chovia muito quando Tom Jobim nasceu 25 de Janeiro de 1927, onze e quinze da noite de uma terça-feira. Muita água caindo do céu, nenhuma saindo das bicas da Rua Conde de Bonfim, no bairro carioca da Tijuca. O conserto de um cano viera perturbar o nascimento do primeiro filho de Jorge Jobim e Nilza Brasileiro de Almeida, na casa de nº 634.

Com a ajuda do irmão de Da.Nilza, Marcelo Brasileiro de Almeida, a quem coube a tarefa de providenciar água para o parto, e de sua irmã Yolanda Brasileiro de Almeida, que se desdobrou na cozinha para que não faltasse café para o Dr. Graça Mello, que o bebia em doses quase industriais, Antonio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim finalmente veio ao mundo com quase 60 cm de comprimento e pesando quatro quilos.

Aquariano com ascendente em Libra, dois signos ligados ao ar como os seres alados que tanto admirava, no horóscopo chinês, Tom era gato, o que talvez explique sua implicância com deslocamentos e mudanças. E, no entanto, trocar de endereço foi uma das coisas que ele mais fez na vida.

A primeira mudança foi em 1931, quando os Jobim trocaram a Tijuca por um bairro da zona sul da cidade, que então não passava de um enorme areal distante de tudo e pouco habitado: Ipanema. A casa ficava na Rua Barão da Torre, perto do Bar Vinte. Nela, Tom morou pouco tempo, mudando-se para a Rua Constante Ramos, 68, em Copacabana. Tom tinha apenas um ano quando seus pais separaram-se pela primeira vez. Após uma curta reaproximação, durante a qual Tom ganhou uma irmã, Helena Isaura, nascida em 1931, o casamento de Da.Nilza se desfez para sempre com a morte prematura de Jorge em 1935. Quando Jorge Jobim morreu Da. Nilza foi morar na arborizada pensão de Da. Adelaide e Da. Josefina, na mesma rua. O pouso seguinte—a última casa de uma vila—ficava na travessa Trianon, transversal à Rua Siqueira Campos, no mesmo bairro.

Dois anos após a morte de JorgeDa. Nilza casou-se com Celso Frota Pessoa, que acabaria transformando-se no verdadeiro pai de Tom e Helena e que lhe deu muito incentivo para a vida musical, chegando a lhe presentear com um piano. E foram todos morar novamente em Ipanema, numa casa de pedra da Rua Sadock de Sá, 276, com fundos para um terreno baldio frontal à Lagoa Rodrigo de Freitas. No andar de cima, os tios: Yolanda e João Lira Madeira e dois primos; no térreo, Tom, Helena, os pais, os avôs maternos e tio Marcelo. Foi naquele ambiente, musical dentro de casa e ecologicamente exuberante do lado de fora, que Tom, assim apelidado pela irmã, desenvolveria seu pendor para a música e sua paixão pela natureza.

Embora tenha manifestado seu gosto pela música precocemente (só dormia embalado pela voz da mãe ou da avó Emília e gostava de escolher o repertório), sua relação mais intensa, a princípio, foi com a praia, as praças e as grimpas de Ipanema, onde nadava, pescava, soltava pipa, andava de bicicleta, subia em árvores, escalava morros e telhados — e quando se cansava tirava uma sesta nos bancos da Praça Nossa Senhora da Paz. Era capaz de atravessar a Lagoa a nado e volta e meia arriscava um audacioso mergulho das pedras do Arpoador.

A despeito de toda essa esportividade, fazia o gênero contemplativo. Sobretudo na escola. Passou por tantos colégios quanto mudou de casa. Estudou no Mallet Soares, em Copacabana, depois no Mello e Souza, no Paula Freitas, dividindo o que então chamavam de curso científico entre o Juruena e o Andrews. Em 1940, sua mãe fundou o Colégio Brasileiro de Almeida.

Um dia, quando tinha 14 anos, deparou-se, ao voltar da praia, com um piano na garagem de casa. Esse piano mudaria sua vida. Era um Bechstein alugado para que Helena aprendesse a tocar e o professor Hans Joachim Koellreutter pudesse dar aulas no Colégio Brasileiro de Almeida. Por achar que piano era “coisa de mocinha”, Tom aproximou-se do teclado com certa cautela, combinando notas de brincadeira. Quando se deu conta, já estava fisgado. E Iniciou seus estudos de música em 1941, tomando aulas com o professor Hans, às vezes durante dez horas seguidas. Com ele aprendeu as coisas básicas, praticou escalas e adquiriu as primeiras noções de composição e harmonia.

Em seguida, passou pelas mãos de Lúcia Branco, que o exercitaria nos clássicos de Bach, Beethoven, Chopin, Ravel, Debussy, Villa-Lobos, e o convenceria a desistir de ser concertista e o estimularia a compor. Com o professor, regente e compositor negro Paulo Silva, “muito sistemático e rigoroso”, segundo Tom, aprofundaria seus conhecimentos de harmonia.

Além de piano, aprendeu flauta, harmônica de boca e violão, chegando a formar um conjunto de gaitistas cuja ribalta era a Praça General Osório, em Ipanema. Um dos integrantes do conjunto, Newton Mendonça, seria seu  primeiro grande parceiro.

Música, dizia-se, não dava camisa a ninguém e Tom, louco para se casar com Thereza Otero Hermanny, partiu em busca de uma profissão mais segura. Bom de desenho fez vestibular para arquitetura. Com ajuda do padrasto, que reformou um quarto de empregada para que Tom e Thereza pudessem morar com a família na casa de dois andares da Rua Redentor, 307, os dois se casaram, em 15 de outubro de 1949, e foram passar a lua-de-mel em Petrópolis.

Tom não conseguiu ir além do primeiro ano de arquitetura. Sem dinheiro, resolveu ganha-lo com aquilo em que já era quase doutor. Por intermédio do Maestro Alceu Bocchino, diretor da Rádio Clube do Brasil e amigo de tio Marcelo, arrumou emprego como pianista daquela emissora, que logo acumulou com outro, de seis às dez da noite, no Bar Michel. Mas não por muito tempo. Antes que o estresse o destruísse, optou, temporariamente, pela noite.

Passou pelas principais casas noturnas do Rio, alternando ao piano um eclético repertório de ritmos: sambas, boleros, foxes, rumbas, canções francesas, tangos. Até se dar conta de que não iria muito longe embalando noctívagos, bêbados, boêmios e grã-finos. Para ser um músico de verdade, precisaria aprofundar seus conhecimentos de harmonia e orquestração.

Uma vez mais, Celso estendeu-lhe a mão, oferecendo-se para arcar com o aluguel e as contas do mês, enquanto o ex-futuro arquiteto aperfeiçoava seus estudos lendo os “Princípios de Orquestração”, do compositor russo Rimsky-Korsakov, e decorando os arranjos de Glenn Miller nos 78 rotações de sua coleção. Mais tarde, Tom tomaria aulas de orquestração com Leo Peracchi e Tomás de Terán.

Por intermédio do músico Alcides Fernandes, marido da faxineira dos Jobim e morador da favela do Pavãozinho, Tom foi trabalhar na Editora Euterpe, escrevendo arranjos para pequenos conjuntos. Em 1952, Sávio Carvalho da Silveira levou-o para a gravadora Continental, onde se ocuparia de colocar em pentagramas as músicas de autores que compunham apenas de ouvido e fazer arranjos e orquestrações para Dalva de Oliveira, Orlando Silva, Elizete Cardoso e Dick Farney.

Decidido a trocar a vida boêmia e noturna pela diurna, declarou: “Resolvi mudar de vida, de repente. Para ser bicho diurno, arranjei emprego na Continental Discos. Levava a minha pastinha, com algumas partituras. Alguém cantava uma música, batendo na caixa de fósforo, e eu punha a melodia no papel” (JOBIM, Helena p.85). O arranjador oficial da gravadora era Radamés Gnatalli, grande pianista, regente e compositor, que adotou Tom como seu mais ilustre afilhado musical. Pouco depois, Tom atuou como arranjador, auxiliado, no início, pelo Maestro Radamés.

Com o que passou a ganhar na gravadora voltou para Copacabana, pagando do próprio bolso o aluguel de um conjugado no Edifício Einstein, na Rua Francisco Otaviano, no Posto 6. Àquela altura, o casal já tinha um filho, Paulo Jobim, nascido em 4 de agosto de 1950.

Em abril de 1953, Tom estreava em disco como compositor, com o samba-canção “Incerteza”, feito em parceria com Newton Mendonça e gravado por Mauricy Moura, cantor santista, discípulo de Silvio Caldas. Dois meses depois, emplacaria mais duas composições em um “78” rpm de Ernani Filho: “Pensando em Você” e “Faz uma Semana”, esta em parceria com outro amigo de bairro, João Batista Stockler. Dali em diante, sua carreira só subiria de tom.

Seus primeiros arranjos gravados pela Continental foram em discos de 78 rpm. O primeiro foi para a composição “Outra vez”, também de sua autoria, gravada por Dick Farney, em 1954. Fez arranjo, ainda, para músicas gravadas por Dóris Monteiro, Nora Ney, Orlando Silva e Dalva de Oliveira, entre vários outros.

Tom ainda teria de esperar mais um ano e três gravações para saborear seu primeiro sucesso:“Tereza da Praia”, samba-canção composto de parceria com Billy Blanco na medida para desfazer os boatos de que Lúcio Alves e Dick Farney se detestavam mutuamente. Ao contrário do que muitos acreditavam, não se tratava de uma homenagem à Thereza Jobim, embora as duas Terezas tivessem “uma pinta do lado”.

O ano de 1954, foi um ano venturoso para Tom. Só o fato de a Continental passar a produzir LPs de dez polegadas abriu-lhe novas perspectivas, tornando possível registrar em disco os onze movimentos de uma sinfonia, burilada a quatro mãos com Billy Blanco. Era uma exaltação ao Rio de Janeiro, falando do mar, das montanhas, do sol e do cotidiano da cidade, com arranjos de Maestro Radamés Gnattali e canções interpretadas pela fina flor do rádio e do disco, como Dick Farney, Lúcio Alves, Elizete Cardoso, Dóris Monteiro, Os Cariocas, Jorge Goulart, Nora Ney e Emilinha Borba. “Sinfonia do Rio de Janeiro” não entrou nas paradas de sucesso mas consolidou a reputação de Tom como o mais promissor talento de sua geração.

Essa obra foi incluída, mais tarde, na trilha do filme “Esse Rio que eu amo”, de Carlos Hugo Christensen. Ainda em 1954, teve músicas gravadas por Nora Ney, Elizeth Cardoso e Lúcio Alves, entre outros. A partir de então, suas músicas vêm sendo gravadas, ano após ano, por centenas de artistas nacionais e estrangeiros. Com o prestígio cada vez maior, foi chamado para comandar, em São Paulo, o programa “Bom Tom”, no qual recebia convidados como Lúcio Alves e Silvinha Telles, entre outros.

Bibliografia: Site Oficial
Dicionário Cravo Albin
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O Candelabro Italiano - Filme de 1962

O Candelabro Italiano (Rome Adventure), um clássico do cinema Europeu do ano de 1962, um romace italiano, roteiro e direção de Delmer Daves. Livro de Irving Fineman.

O elenco é composto por Troy Donahue, Angie Dickinson, Rossano Brazzi , Suzanne Pleshette, Constance Ford, Al Hirt, Hampton Fancher, Iphigenie Castiglioni, Chad Everett, Gertrude Flynn.

Cansada da monótona New England, a bibliotecaria Prudence Bell (Suzanne Pleshette, em seu primeiro grande papel no cinema) parte para Roma, em busca de aventura e romance. Envolve-se com um arquiteto de sua idade (Troy Donahue) e um galanteador mais velho (Rossano Brazzi).

Os dois jovens se apaixonam e iniciam uma viagem pelas mais belas paisagens do norte da Itália… até que Prudence descobre existir uma outra mulher na vida de seu novo amor. Desiludida, ela volta para casa e descobre que o destino sempre reserva uma última surpresa para um coração apaixonado.

Os pontos fortes de O Candelabro Italiano, são as belezas naturais e arquitetônicas da região e a música. Além do sucesso “Al Di La”, há um belíssimo tema principal de Steiner, que integrou-se ao repertório das cerimônias de casamento. A trilha também inclui temas do compositor escritos para outros filmes, como a Tarantella de O Gavião e a Flecha (1950).

Vale a pena ver e rever, é uma história romântica que consegue retratar as alegrias e tristezas de se viver um grande amor. É uma grande viagem no tempo, a música “Al Di La” ainda hoje emociona muitas que viveram e amaram naquela época.

Bibliografia: Nostalgia

A Caldeira do Diabo (Peyton Place) - Filme 1957

A Caldeira do Diabo (Peyton Place) é um controverso filme norte-americano de 1957, do gênero Drama, Produção de Jerry Wald’s,  Direção de Mark Robson e estrelado por Lana Turner.

Baseado no livro homônimo de mesmo nome, escrito por Grace Metalious, que vendeu quarenta mil cópias nos Estados Unidos em apenas dez dias após seu lançamento. Reconhecido por subverter os melodramas hollywoodianos, enfrentou forte censura, mas fez escola ao flagrar a hipocrisia dos habitantes de uma pequena cidadezinha do interior que escondem seus “pequenos” segredos: adultério, estupro e suicídio.

A Caldeira do Diabo foi o segundo filme de maior bilheteria nos cinemas norte-americano em 1958. Apesar de ter sido indicado para treze importantes prêmios de cinema de sua época, não conseguiu ganhar nenhum dos prêmios para os quais foi indicado.

Fazem parte do elenco: Lana Turner como Constance Mackenzie, Lee Philips como Michael Rossi, Lloyd Nolan como Dr. Matthew Swain, Arthur Kennedy como Lucas Cross (indicado para melhor ator coadjuvante), Russ Tamblyn como Norman Page,Terry Moore como Betty Anderson, Hope Lange como Selene Cross, Diane Varsi como Allison MacKenzie, Betty Field como Nellie Cross, Mildred Dunnock como Elsie Thornton, David Nelson como Ted Carter, Barry Coe como Rodney Harrington, Leon Ames como Sr. Harrington, Lorne Greene como  Promotor, Robert Harris como Seth Bushwell, Tami Conner como Margie, Staats Cotsworth como Charles Partridge, Peg Hillias como Marion Partridge, Erin O’Brien-Moore como Sra. Evelyn Page.

A história se inicia em 1941, num lugar chamado Peyton Place, na Nova Inglaterra, onde a maioria das pessoas trabalha para uma grande fábrica de tecidos, as crianças estudam numa boa Escola Secundária e as famílias frequentam diversas igrejas, de diferentes religiões.

A então adolescente Allison Mackenzie( Diane Varsi), que narra a história, vive com sua mãe viúva Constance (Lana Turner), que administra uma loja de sua propriedade enquanto a empregada Nellie Cross (Betty Feld) cuida da casa. A melhor amiga de Allison é Selene (Hope Lange), filha da empregada, que vive em uma cabana com seu irmão menor e seu padrasto alcoólico Lucas Cross (Arthur Kennedy).

Seu melhor amigo é Norman (Russ Tamblyn), um rapaz reprimido pela mãe opressora Sra. Evelyn Page (Erin O’Brien-Moore) . Quando Allison e Norman são confundidos com outro casal que nadavam nús em um riacho, imediatamente surgem fofocas que chegam até Constance e a mãe de Norman. Constance discute com a filha e lhe faz revelações, que levam Allison a sair de casa e ir sozinha para Nova Iorque.

Mais de 1 ano depois, Selene confessa um crime e vai a julgamento, motivo de Allison voltar à Peyton Place, o último lugar que ela gostaria de estar no mundo.

Vale a pena ver e rever, principalmente para quem adora um melodrama, conforme o desenrolar da trama, voce começa a assimilar a personalidade de cada rosto enquadrado na tela, tendo a chance de se identificar com quem bem entender e desaprovar a vilania de certos personagens, desde a maior fofoqueira da cidade, sempre mal-intencionada, passando, evidentemente, pelo beberrão Lucas Cross.

O mundo de aparências é uma máscara, sobretudo para a puritana Constance, no desígnio de perpetuar a pose de boa moça, esconde da filha um segredo. A obsessão em ser perfeita aos olhos da comunidade em que vive, porém, acaba por prejudicar sua convivência com a filha. Só que esse jogo de faz-de-conta passa a ser encarado como algo vital numa cidadezinha como Peyton Place, onde todo mundo se conhece, cada pequeno deslize fora da linha é delatado com muito alvoroço.

Entretanto, como todo mundo sabe, o fio de nylon que sustenta as máscaras na face dos personagens a que assistimos não é capaz de resistir ao tempo, podendo arrebentar-se a qualquer momento. É aí que se deve estar preparado para assumir os erros e tentar se redimir.

A vida imita a arte
Dez dias após a cerimônia de entrega dos Oscars, Lana Turner viu sua própria vida virar escândalo. Sua filha adolescente enfiou uma faca no estômago do gângster Johnny Stompanato (amante da mãe, essa tendo que admitir que foi infiel assim como sua personagem) matando-o após ouvi-lo ameaçar a atriz de morte. Tal crime inspirou o best-seller Escândalo na Sociedade.

O filme rendeu uma duradoura série de televisão de mesmo nome (com Ryan O’Neal), que se estabeleceu como o primeiro drama tórrido, abrindo caminho para gerações futuras como Desperate Housewives e Twin Peaks.

Bibliografia: 65 Anos de Cinema
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Produtos Existentes na Época - Creme Dental

Vocês devem lembrar dessas marcas de “Creme Dental”:

Creme Dental Eucalol

Creme Dental Lever

Creme Dental Colgate

Comercial Americano do Creme Dental Colgate

Creme Dental Kolynos

Comercial Nacional do Creme Dental Kolynos

Comercial Nacional com Regina Duarte do Creme Dental Kolynos

 Tinhamos também o Creme Dental Phillips e Creme Dental Signal; o das listrinhas vermelhas.
Quem lembrar de outros, podem comentar abaixo.

Casablanca - Filme 1942

Casablanca é um Clássico do cinema norte americano, filme de 1942, do gênero drama/romance, dirigido por Michael Curtiz. O roteiro é baseado em peça teatral de Murray Burnett e Joan Alison.

O elenco é um ponto forte do filme. Humphrey Bogart (Richard Blane), uma das lendas de Hollywood, tem o maior papel de sua carreira, como o cínico, inescrupuloso, mas também nobre e generoso Rick. Com a bela e talentosa Ingrid Bergman (Ilsa Lund Laszlo), consegue manter uma química inesquecível. Os atores coadjuvantes também oferecem uma magnífica contribuição para o sucesso do filme, com as ótimas atuações de Claude Rains (Capitão Louis Renault), Conrad Veidt (Major Heinrich Strasser), Paul Henreid (Victor Laszlo), Peter Lorre (Ugarte), Sydney Greenstreet (Senor Ferrari), S. Z. Sakal (Carl, the Headwaiterl), além da marcante participação de Dooley Wilson (Sam).

Em plena Segunda Guerra Mundial, enquanto cidades são invadidas pelos alemães, duas pessoas conseguem viver um romance intenso e inesquecível em Paris. O que torna a história mais interessante é exatamente a impossibilidade deste amor continuar. O roteiro e os diálogos do filme dirigido por Michael Curtiz, são perfeitos nesse sentido. llsa, apaixona-se por Rick,  mas, em vez de fugir com ele de Paris, manda-lhe um bilhete de despedida na estação de trem. Ele parte sem entender o que havia acontecido. Tudo isso é contado em flashback. Anos depois já em Casablanca, na Marrocos francesa, ela aparece com seu marido, o herói Victor Laszlo,  justamente no Rick’s Bar, do qual o personagem de Rick é dono. Eles estão à procura de um meio de fugir para a América. O sofrimento de Rick ao vê-la é inevitável e ela fica novamente dividida entre seus dois amores. O final é realmente surpreendente. Mas o sucesso do filme, que até hoje continua ganhando muitos fãs de todas gerações, explica-se pela fórmula bem-dosada de romance, humor, intriga e suspense.

O pano de fundo para o romance vivido por Rick e llsa não poderia ser mais tenebroso, com os estrondosos canhões nazistas que invadiam Paris. Logo no começo do filme, dois soldados alemães são assassinados no trem e as suspeitas da polícia recaem sobre os traficantes de vistos de saída. Um deles é detido em pleno Rick’s Bar e morto ao tentar escapar. 0 clima volta a ficar tenso quando o líder da resistência francesa Victor Laszlo desafia os nazistas cantando o hino da França, La Marseillaise. No final do filme, o capitão Renault joga a garrafa de água de Vicky no lixo num claro protesto contra o protecionismo francês.

As Time Goes By

Recebeu o Oscar 1944 (EUA) nas categorias melhor filme, melhor diretor e melhor roteiro.

A fórmula de “Casablanca” é magnífica e começa por um roteiro perfeito, contendo todos os elementos do cinema clássico, é fundamental a qualquer cinéfilo, ver e rever esta obra-prima dos anos de ouro de Hollywood. Humphrey Bogart e Ingrid Bergman embalados por uma bela canção, numa mistura de política, paixão, romance, guerra, heroísmo, mistério e intriga.

Bibliografia: Webcine
65 anos de cinema

Produtos Existentes na Época - Sabonetes

Agora vamos relembrar dos “sabonetes” que fizeram parte da nossa infância e juventude. 

Sabonete Lever, depois passou a ser chamado de “Lux” o Sabonete das Estrelas.

E do Sabonete Gessy

Comercial do Sabonete Gessy

Lembram do Sabonete Lifebuoy

Neste vídeo temos uma propaganda do Sabonete Lifebouy

Sabonete Lifebuoy Puralim

E do Sabonete Eucalol

O Sabonete Palmolive.

Ainda tinhamos o Sabonete, Talco e a Colônia Cachemir Bouquet.

Foi tudo que consegui resgatar em matéria de sabonetes, mas acho que dá recordar um poquinho.

Gilda - Filme de 1946

 

Filme assistido em 1950, embora não seja um filme premiado, “Gilda” é um dos mais famosos “filmes-noir” de todos os tempos. Realizado pelo cineasta Charles Vidor, mostra-se como um melodrama tenso, com ótimos diálogos, seu Roteiro é de Marion Parsonnet e Jo Eisinger baseado em história de E.A. Ellington, a Produção de Virginia Van Upp, filme em preto-e-branco e a Fotografia de Rudolph Mate.

Fazem parte do elenco: Rita Hayworth, Glenn Ford, George Macready, Joseph Calleia, Steven Geray, Joe Sawyer, Gerald Mohr, Mark Roberts, Robert E. ScottDonald Douglas.

Johnny Farrell (Glenn Ford) e o proprietário do Cassino de Buenos Aires, Ballin Mundson (George Macready), conhecem-se em uma ruela, onde Ballin pede sua ajuda durante um assalto. Mais tarde, Johnny vai ao Cassino onde, depois de jogar bastante, é levado ao escritório de Ballin. Lá, termina sendo contratado para trabalhar para ele. Depois de poucas semanas, passa a ser o braço-direito do chefe e termina assumindo o Cassino quando Ballin viaja.

Ao voltar da viagem, Ballin traz sua nova e bela esposa, Gilda, que logo é apresentada a Johnny. O que o chefe não sabe é que Gilda e Johnny já haviam tido um relacionamento amoroso no passado. Os dois passam a ter uma relação tempestuosa de amor e ódio. Sempre que pode, Gilda dança com alguns freqüentadores do Cassino, meramente para fazer ciúmes a Johnny.

Pouco tempo depois, Johnny descobre que Ballin é mais do que um simples proprietário de um Cassino. Na realidade, ele está à frente de um monopólio de tungstênio, com planos de se estender pelo mundo afora. Quando um homem ameaça os seus planos, ele o mata. Ao tomar conhecimento de que a polícia já sabe sobre o assassinato, Ballin arranja para passar por morto em um desastre aéreo.

Johnny assume os negócios de Ballin, inclusive os ligados ao monopólio de tungstênio e, para surpresa de todos, casa-se com Gilda. Ela se casa por amor, mas Johnny com segundas intenções. Logo depois da cerimônia, ele a deixa. Por noites, ela aguarda sua volta, sem sucesso.

Depois de uma frustrada visita ao escritório dele, para dizer-lhe que nunca houve nenhum outro homem em sua vida, ela descobre que Johnny contratou alguém para acompanhar todos os seus passos. Ela decide, então, fugir para Montevidéu.

Depois de uma temporada no Uruguai, retorna à Buenos Aires acompanhada de um novo namorado. Uma vez na capital argentina, descobre que ele é um dos homens de Johnny.

Nesse meio tempo, a polícia toma conhecimento do monopólio de tungstênio, prendendo todos os envolvidos. O Cassino é fechado. Johnny evita a prisão ao decidir cooperar com a polícia. O detetive Maurice Obregon (Joseph Calleia), que vinha observando Gilda, como parte de suas investigações, conclui que ela não tinha a menor participação nos negócios escusos do marido, bem como, que ela é realmente apaixonada por Johnny. Ao tomar conhecimento de toda a verdade sobre Gilda, Johnny percebe quão injusto ele tem sido com ela.

Assim, quando ela está se preparando para retornar aos Estados Unidos, ele a procura para confessar seu amor por ela. É quando Ballin retorna à procura de Gilda. Ao vê-la junto a Johnny, ele tenta matar os dois, mas seu mordomo, Tio Pio (Steven Geray), se adianta e os salva. Gilda e Johnny partem, finalmente, juntos, para os Estados Unidos.

No elenco, Glenn Ford e George Macready apresentam grandes interpretações. No entanto, é Rita Hayworth, no papel-título, a grande estrela do filme. Além de linda, Hayworth mostra-se extremamente sensual, uma das maiores ‘femmes fatales’ do cinema. Sua interpretação da música “Put the Blame on Mame” é inesquecível.

Vale ver e rever, existem clássicos e existem os clássicos dos clássicos. É exatamente na última categoria onde se situa Gilda, com Rita Hayworth, destilando sensualidade e magnetismo.

Bibliografia: 65 anos de cinema

Cobertores Parahyba

Agora vamos recordar os comerciais dos anos 50, 60, 70 e 80.

Essa imagem era sempre vista nas revistas da época.

Essa propaganda dos Cobertores Parayba é bem antiga, minha mãe cantava essa musiquinha para eu ir para cama, e eu também cantei para minhas filhas quando pequenas com o mesmo intuíto.

Acho que muitos vão recordar da infância ao ver esse comercial.

Uma Rua Chamada Pecado (A Streetcar Named Desire), é um filme norte-americano de 1951 dirigido por Elia Kazan, baseado na peça Um Bonde Chamado Desejo, de Tennessee Williams.

Blanche DuBois é uma madura mas ainda atraente mulher sulista que gosta da virtude e da cultura, mas que usa isso como escudo para esconder sentimentos de amargura e desilusão, além do vício do alcoolismo.

Ao mesmo tempo em que foge da realidade, Blanche ainda busca atrair pretendentes. Ela chega ao apartamento da irmã Stella Kowalski em New Orleans, usando o bonde (elétrico) que faz a rota chamada “Desire”. Esse novo ambiente abala os nervos de Blanche. Stella teme a reação do marido Stanley com os modos e a doença da irmã. Blanche diz que trabalhava como professora de Inglês, mas que teve de parar por causa de sua doença nervosa, mas na verdade ela foi despedida por se envolver com um garoto de 17 anos de idade. Seu marido se suicidara e ela fugira da sua cidade para escapar dos problemas.

Stanley (Marlon Brando) é um homem rude e grosseiro, dominando Stella (Kim Hunter) com seu comportamento abusivo, mas sensual, mas que em Blanche (Vivien Leigh) só causa repulsa. O amigo dele, Mitchell (Karl Malden), se interessa por Blanche, a quem considera uma dama. Stanley acaba se enfurecendo com Blanche, quando ela interfere no seu relacionamento com a esposa. Stanley descobre o passado da cunhada e a desmascara, arruinando de vez a vida de todos.

 

Recebeu o Oscar  1952 Vencedor dos Prêmios de Melhor Atriz (Vivien Leigh), Melhor Atriz Coadjuvante (Kim Hunter), Melhor Ator Coadjuvante (Karl Malden) e Melhor Direção de Arte; o Globo de Ouro 1952, vencedor do Prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante (Kim Hunter); no Festival de Veneza, vencedor do Prêmio Especial do Júri (Elia Kazan) e da Taça Volpi de Melhor Atriz (Vivien Leigh).

Vale a pena ver e rever esse clássico do cinema, nós mulheres ainda vamos suspirar ao ver a beleza estonteante e toda a sensualidade de Marlon Brando. UM VERDADEIRO PECADO…

Bibliografia: Webcine
Wikipédia Livre

Crepúsculo dos Deuses (Sunset Boulevard), é um filme estadunidense de 1950, do gênero drama, dirigido por Billy Wilder. Fazem parte do elenco: William Holden , Gloria Swanson, Erich von Stroheim, Nancy Olson, Fred Clark, Lloyd Gough, Jack Webb, Franklyn Farnum, Larry Blake, Charles Dayton, Cecil B. DeMille, Hedda Hopper, Buster Keaton, Anna Q. Nilsson, H.B. Warne.

Gloria Swanson como Norma Desmond, uma ex-rainha do cinema mudo, e William Holden, como Joe Gillis, um roteirista desconhecido, envolvido por ela, criaram dois memoráveis personagens neste filme. A versão do diretor Billy Wilder desta bizarra história é um verdadeiro clássico do cinema. Da inesquecível primeira cena até o inevitavelmente trágico desfecho, o filme é a palavra final sobre o lado cruel de Hollywood. Erich von Stroheim, como Max Von Mayerling, o descobridor, ex-marido e mordomo. Nancy Olson, como Betty Schaefer, com o toque de brilho nesta sombria tragédia, foram igualmente aclamados por suas excelentes interpretações.

O Filme recebeu o Oscar 1951 (EUA),vencedor nas categorias de Melhor Direção de Arte - Preto e Branco, Melhor Trilha Sonora e Melhor Roteiro; o Globo de Ouro 1951 (EUA), vencedor nas categorias de Melhor Filme - Drama, Melhor Diretor, Melhor Atriz - Drama (Gloria Swanson) e Melhor Trilha Sonora, o Prêmio Bodil 1951 (Dinamarca), venceu na categoria de Melhor Filme Estadunidense e o Jussi Awards 1951 (Finlândia), Gloria Swanson recebeu o Diploma de Mérito como Melhor Atriz Estrangeira.

“Crepúsculo dos Deuses” resistiu ao tempo e é filme obrigatório para todo bom cinéfilo, que precisa ver e rever sempre que puder.”

Bibliografia: Webcine
Wikipédia Livre

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