Postado em Casa Branca, Crônicas na terça-feira, 16 de setembro de 2008 Sem Comentários »
Esse foi o último carnaval que ela passou em Casa Branca.
E o carnaval passou…
Passou…
Um carnaval diferente, um carnaval como há muito não se via em nossa cidade. A mocidade alegre e vibrante desfilando pelas ruas.
A escola de samba comandava os cordões, fazia todos vibrarem por onde passava com suas mulatas dançando e gingando como ninguém.
O [...]
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Postado em Casa Branca, Crônicas na terça-feira, 16 de setembro de 2008 Comments Off
Essa crônica ela escreveu quando mudamos de Casa Branca em 1971.
Quero partir num dia triste como este, nublado, quieto, com pouca gente passando pelas calçadas e ouvindo cair lá fora, essa chuva fina e enervante, sem sentido, como o é a vida para mim…
Nada de dia claro ou pássaros cantando, nada de céu azul sem [...]
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Postado em Casa Branca, Crônicas na terça-feira, 16 de setembro de 2008 Sem Comentários »
Em Memória do Professor Antonio dos Santos, em 07/02/1971.
Céu acinzentado, manhã triste, ar parado, parecendo pressagiar algo angustiante. Acabara de despertar quando me disseram:
- O professor Santos faleceu!…
Uma melancolia profunda, com um travo de lágrimas, dominou meu ser.
A irrevogável verdade ali estava. O anjo tutelar das crianças do Grupo Escolar “Francisco Eugenio de Lima”, havia [...]
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Postado em Casa Branca, Crônicas na terça-feira, 16 de setembro de 2008 Sem Comentários »
Essa crônica foi uma Homenagem ao Professor em 1962.
Uma das profissões que pouco, ou para bem dizer, nenhum valor se dá hoje em dia é a do professor primário. Todos se esquecem, que é nos bancos primários que começam a se formar o homem de amanhã.
É graças à paciência e perseverança do professor primário que [...]
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Postado em Casa Branca, Crônicas na terça-feira, 16 de setembro de 2008 Sem Comentários »
Essa Da. Magdalena escreveu em 1956.
Certa vez, conversamos numa roda de amigos sobre milagres, aparições, enfim a respeito do sobrenatural, nisso chegou-se ao grupo, um jovem tido como muito sabido e querendo tomar parte na conversa falou-nos com ares de importância:
- Não creio naquilo que não vejo!
Respondi então:
- Não posso ver a sua inteligência, por [...]
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Postado em Casa Branca, Crônicas na domingo, 14 de setembro de 2008 Sem Comentários »
Mais uma de 1962, da Da. Magdalena Silva Bozzeda.
As eleições se aproximam. Os candidatos já estão vestindo suas máscaras, para iludir as massas. Casa qual procura colocar a máscara mais vistosa, para melhor sugestionar. Sempre os mesmos discursos cheios de promessas de um futuro promissor. Já é tempo senhores políticos, de despirem esses disfarces hipócritas [...]
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Postado em Casa Branca, Crônicas na domingo, 14 de setembro de 2008 Sem Comentários »
Esta é mais uma da Da. Magdalena e é de 1962.
Casa Branca, a poética cidade das bossorocas, por onde corre o preguiçoso e nostálgico espraiado e cuja colina se ergue a majestosa capela do Desterro; é visitada diariamente por grande número de pessoas, ou viajantes que por aqui passam com destino a outras cidades, nas [...]
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Postado em Casa Branca, Crônicas na sábado, 13 de setembro de 2008 Sem Comentários »
Mais uma da Mamy, esta é de 1956!!!
Observamos através dos séculos, filósofos, poetas, livres pensadores definirem a vida, cada qual ao seu modo. Cada um julga a vida e as coisas que o cercam por um prisma diferente. Há uma lógica em tudo isso, pois a vida é aquilo que nos parece ser, e não [...]
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Postado em Casa Branca, Crônicas na sábado, 13 de setembro de 2008 Sem Comentários »
Esta é mais uma crônica de minha mãe, Magdalena Silva Bozzeda, escrita no ano de 1961.
O mundo está muito mudado é a conclusão que chegam as pessoas mais antigas. O homem moderno é cheio de complexos, de neuroses, é uma alma demasiadamente confusa, que nunca sabe o que quer; vive em conflito consigo mesmo.
Cada dia [...]
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Postado em Casa Branca, Crônicas na sexta-feira, 12 de setembro de 2008 1 Comentário »
Esta crônica tirei das anotações feita por minha mãe, Magdalena Silva Bozzeda, do ano de 1955, após 53 anos a crônica continua atual, pois o homem continua o mesmo egoista.
A civilização caminha dia a dia vertiginosamente.
Na ânsia de conquistar o mundo e tornar-se seu absoluto, o homem transforma-se em escravo das próprias ambições.
Onde esta aquela [...]
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