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	<title>Velhos Tempos, Belos Dias</title>
	
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	<description>Lugares, pessoas e momentos que estão guardados em nossa memória</description>
	<pubDate>Sun, 14 Dec 2008 02:55:02 +0000</pubDate>
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		<title>TOM JOBIM - Compositor…</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Dec 2008 20:49:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Clara</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[ 
No dia em que seu pupilo completou 28 anos, Gnatalli o presenteou com um convite tentador: participar do prestigioso programa da Rádio Nacional, “Quando os Maestros se Encontram”. Tom apresentou-se regendo uma peça sinfônica de sua autoria, “Lenda”, dedicada à memória do pai e que nunca seria gravada. Em maio, a primeira parceria com Dolores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"> <img class="aligncenter" src="http://img178.imageshack.us/img178/2976/23198694me2.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">No dia em que seu pupilo completou 28 anos,<strong> Gnatalli</strong> o presenteou com um convite tentador: participar do prestigioso programa da <em>Rádio Nacional</em>,<span style="color: #ff9900;"><em> <span style="color: #000000;">“Quando os Maestros se Encontram”.</span></em> </span><strong>Tom</strong> apresentou-se regendo uma peça sinfônica de sua autoria, <span style="color: #ff9900;"><strong>“Lenda”</strong><span style="color: #000000;">,</span> </span>dedicada à memória do pai e que nunca seria gravada. Em maio, a primeira parceria com <strong>Dolores Duran</strong>,<strong> <span style="color: #ff9900;">“Se É Por Falta de Adeus”</span></strong>, entrou para o repertório de <strong>Dóris Monteiro</strong>. Apesar de assoberbado por encomendas, fez arranjos para <strong>Dora Lopes</strong>, <strong>Juanita Cavalcante</strong>, <strong>Edu da Gaita</strong>, <strong>Elizete Cardoso</strong>, <strong>Orlando Silva</strong>, <strong>Dalva de Oliveira</strong> e participou como pianista de um LP de <strong>Luiz Bonfá</strong>, ainda encontrou tempo para nova mudança de endereço, agora para o apartamento 201 do mítico prédio da <strong><em>Rua Nascimento Silva, 107</em></strong>, em Ipanema. No fim do ano, a recompensa: na lista dos melhores arranjadores da temporada, escolhidos pelo crítico <strong>Ary Vasconcellos</strong>, <strong>Tom</strong> dividiu a segunda colocação com <strong>Pixinguinha</strong> e <strong>Renato de Oliveira</strong>.</p>
<p>Se é por falta de Adeus<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/cvPa_vO-UTo" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/cvPa_vO-UTo"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">De tanto insistir, <strong>Harold Morris</strong>, o inglês que dirigia a <em>Odeon</em>, acabou convencendo <strong>Tom</strong> a aceitar o cargo de diretor artístico da gravadora, a maior do país naquela época. Não demorou a confirmar a desconfiança de que as novas funções prejudicariam suas atividades musicais. <strong>Morris</strong> implorou para que ele ficasse, <strong>Tom</strong>, contudo, preferiu no momento certo passar o bastão a um brasileiro recém-chegado dos EUA, <strong>Aloysio de Oliveira</strong>. Tamanho foi seu alívio ao deixar a Odeon que, ao ser apresentado ao substituto, não conteve o desabafo:<em> <strong>“Ainda bem que você chegou”</strong>.</em> Mais tarde, em casa, extravasou seu desafogo num poema.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tom</strong> já estaria no lucro se só tivesse feito amizade com <strong>Aloysio de Oliveira</strong> naquele ano, mas a generosidade dos deuses lhe reservara outra preciosa aproximação para 1956. Ele e <strong>Vinícius de Moraes</strong> já se conheciam de vista há algum tempo, pois ambos freqüentavam o <em>Clube da Chave</em>, onde <strong>Tom</strong> vez por outra apresentava-se ao piano. <strong>Vinícius</strong> também já o vira tocar na boate <em>Tudo Azul</em>. O encontro definitivo, no <em>Bar Villarino</em>, no centro do Rio, foi um presente de <strong>Lúcio Rangel</strong>, velho amigo do poeta. <strong>Vinícius</strong> procurava alguém para compor a música de uma ópera negra carioca, intitulada <span style="color: #ff6600;"><strong>“Orfeu da Conceição”</strong><span style="color: #000000;">,</span> </span>transposição do mito de Orfeu para uma favela, e foi pedir sugestões a<strong> Rangel</strong>, pois o parceiro em vista, <strong>Vadico</strong>, desistira da empreitada por não se julgar <em>“à altura”</em> do projeto. <strong>Tom</strong> topou na hora criar as músicas da tragédia, nascia ali uma das amizades mais instantâneas, fraternais, prolíficas e duradouras da história da música popular brasileira.</p>
<p><img src="http://img518.imageshack.us/img518/368/tomeviniciussq6.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">No apartamento da <em>Nascimento Silva</em>, mais tarde celebrizado por <strong>Toquinho</strong> e <strong>Vinícius</strong> no samba <span style="color: #ff9900;"><strong>“Carta a Tom 74”</strong></span><span style="color: #000000;">,<strong> </strong></span><strong>Tom</strong> e <strong>Vinícius</strong> iniciaram logo a faina de <span style="color: #ff6600;"><strong>“Orfeu da Conceição”</strong><span style="color: #000000;">.</span> </span>Os dois ou três primeiros sambas foram descartados; eram ruins. Tão logo se entrosaram, saiu uma obra-prima, <span style="color: #ff9900;"><strong>“Se Todos Fossem Iguais a Você”<span style="color: #000000;">.</span> </strong></span>E, em seguida, <span style="color: #ff9900;"><strong>“Mulher Sempre Mulher”</strong></span>,<strong><span style="color: #ff9900;"> “Um Nome de Mulher”</span></strong>,<span style="color: #ff9900;"><strong> “Eu e Meu Amor”</strong></span> e <span style="color: #ff9900;"><strong>“Lamento do Morro”</strong></span> . Após três meses de ensaios, a peça, com <strong>Haroldo Costa</strong> no papel de Orfeu, estreou no <em>Teatro Municipal do Rio, </em> em 25 de setembro de 1956, com lotação esgotada, permanecendo em cartaz até o dia 30. Raras vezes uma encenação brasileira contara com uma equipe tão eclética e talentosa. A imprensa reagiu com entusiasmo. Em 1º de outubro, por iniciativa de <strong>Aloysio de Oliveira</strong>, a <em>Odeon</em> lançou um LP de dez polegadas com a trilha musical do espetáculo, com <strong>Roberto Paiva</strong> emprestando sua voz a Orfeu. Em novembro, <span style="color: #ff6600;"><strong>“Orfeu da Conceição”</strong> </span>voltaria à cena no <em>Teatro República</em>, durante um mês, a preços populares.</p>
<p style="text-align: justify;">No ano seguinte 1957, numa produção do francês <strong>Sacha Gordine</strong>, dirigida por <strong>Marcel Camus</strong>, a partir de um roteiro assinado por <strong>Jacques Viot</strong> e repudiado por <strong>Vinícius</strong>, a peça começaria ser filmada no Rio, com o título de <span style="color: #ff6600;"><strong>“Orphée Noir”</strong></span> (Orfeu Negro) e novo elenco. Com temas adicionais de <strong>Bonfá</strong> e<strong> Antonio Maria</strong>, arrebataria o júri do <em>Festival de Cannes de 1959</em>, que lhe daria a <em><strong>Palma de Ouro</strong></em>, e os membros da Academia de Hollywood, que o elegeram o <em>“melhor filme estrangeiro”</em> daquele ano. <strong>Vinícius</strong> detestou não apenas o filme, mas sobretudo a maneira como os franceses se apossaram das músicas da peça.</p>
<p><img src="http://img230.imageshack.us/img230/3801/17ej0.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">Antes de decepcionar-se com <span style="color: #ff6600;"><strong>“Orfeu Negro”</strong><span style="color: #000000;">,</span> </span><strong>Tom </strong>foi convidado pelo Selo Festa para musicar a versão em disco de<strong> </strong><span style="color: #993300;"><strong>“O Pequeno Príncipe”</strong><span style="color: #000000;">,</span> </span>de <strong>Antoine du Saint-Exupéry</strong>, estrelado por <strong>Paulo Autran</strong>. Estreou na televisão, dividindo a batuta do programa semanal <span style="color: #ff6600;"><strong>“Noite de Gala”</strong><span style="color: #000000;">,</span> </span>da TV Rio, com o <strong>Maestro Osvaldo Borba</strong>, ganhou o prêmio de melhor compositor, da Prefeitura do então Distrito Federal, e viu nascer sua filha Elizabeth, no dia 26 de agosto.</p>
<p style="text-align: justify;">Corria ainda o ano de 1957 quando reencontrou um conhecido baiano que há muito não via, pois ele trocara o Rio por Porto Alegre, retornando a Salvador. Agora estava de volta ao Rio. O baiano era<strong> João Gilberto</strong>. Chegou mostrando duas composições inéditas: <span style="color: #ff9900;"><strong>“Bim-Bom”</strong></span> e <span style="color: #ff9900;"><strong>“Oba-lá-lá”</strong><span style="color: #000000;">.</span> </span><strong>Tom</strong> nem prestou atenção nas letras. Impressionado com a batida diferente do violão do <strong>João</strong>, quis saber onde ele aprendera a tocar daquele jeito. <strong>“<em>Tirei dos requebros das lavadeiras de Juazeiro”</em></strong>, respondeu o baiano. Era por aquela batida que a <strong>Bossa Nova</strong> estava esperando para poder nascer.</p>
<p> <img src="http://img230.imageshack.us/img230/8750/tomandjoaora3.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">O mesmo<em> Villarino</em> onde se formara a dupla <strong>Tom &amp; Vinícius</strong> abrigaria, em 1958, outro encontro histórico, envolvendo a dupla e <strong>Elizeth Cardoso</strong>. Daquela vez o padrinho foi <strong>Irineu Garcia</strong>, idealizador do <em>Selo Festa</em>. Num complicado arranjo, que envolveu os irmãos <strong>Vitale</strong>, donos de uma das maiores editoras de música do país, e a gravadora <em>Copacabana</em>, que tinha <strong>Elizete Cardoso</strong> sob contrato, <strong>Garcia</strong> conseguiu que a cantora, a princípio arredia à idéia, aceitasse gravar um LP só com temas de <strong>Tom &amp; Vinícius</strong> e uma roupagem orquestral altamente sofisticada. Tom escalou um escrete de instrumentistas, usou trompa, oboé, até clarone, e fez questão de incluir <strong>João Gilberto</strong> e sua batida nas faixas <span style="color: #ff9900;"><strong>“Chega de Saudade”</strong></span> e <span style="color: #ff9900;"><strong>“Outra Vez”. </strong></span>Gravado no estúdio da Columbia,<span style="color: #ff9900;"><strong> “Canção do Amor Demais”</strong> </span>foi lançado na primeira semana de julho e teria uma de suas faixas <strong><span style="color: #ff9900;">“Eu Não Existo Sem Você”</span></strong> aproveitada numa cena de festa do filme<span style="color: #ff6600;"><strong> “Pista de Grama”.</strong></span></p>
<p>Eu não existo sem vc<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/uNx2kZEyauI&amp;feature" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/uNx2kZEyauI&amp;feature"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">Meses depois, mais duas cantoras gravam LPs só com músicas de <strong>Tom</strong>: <strong>Lenita Bruno</strong> (“<span style="color: #ff9900;"><strong>Por Toda Minha Vida”</strong></span>, espécie de versão erudita de <span style="color: #ff9900;"><strong>“Canção do Amor Demais”</strong></span> , com arranjos de <strong>Leo Peracchi</strong>) e <strong>Silvinha Telles</strong> (<span style="color: #ff9900;"><strong>“Amor de Gente Moça”</strong></span>, com arranjos de <strong>Tom e Lindolfo Gaya</strong>). Nenhuma delas, porém, causou o mesmo impacto do disco<strong><span style="color: #ff9900;"> “Chega de Saudade”</span></strong>, com <strong>João Gilberto</strong>, que <strong>Tom </strong>convencera <strong>Aloysio</strong> a gravar na <em>Odeon</em>. Distribuído às lojas em março, marcou o lançamento oficial da <strong>Bossa Nova</strong>, até porque dele fazia parte o samba-manifesto <span style="color: #ff9900;"><strong>“Desafinado”<span style="color: #000000;">.</span> </strong></span>Meses depois, num programa de televisão, o exigente <strong>Ary Barroso</strong>, que no início torcia o nariz para a Bossa Nova, não se conteve e sentenciou: <em><strong>“Tom Jobim é, disparado, o melhor de todos os novos compositores brasileiros”.</strong></em></p>
<p><img src="http://img363.imageshack.us/img363/5357/tomesilvinhatellesyd1.jpg" alt="" /></p>
<p>Bibliografia: <a title="Tom Jobim" href="http://www2.uol.com.br/tomjobim/biografia.htm" target="_blank">Site Oficial<br />
Dicionário Cravo Albin</a><br />
<a title="Tom Jobim" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tom_Jobim" target="_blank">Wikpédia Livre</a></p>
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		<title>TOM JOBIM - Pianista, Arranjador…</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 18:38:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Clara</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[
Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim, mais conhecido como Tom Jobim, foi compositor, maestro, pianista, cantor, arranjador e violonista brasileiro, mais famoso dentro e fora do Brasil. É considerado um dos maiores expoentes da música brasileira e um dos criadores do movimento da Bossa Nova. É um dos nomes que melhor representa a música brasileira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://img407.imageshack.us/img407/7321/1tomnaarvoreeo0.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #993300;"><strong>Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim</strong>, mais conhecido como <strong>Tom Jobim</strong>, foi compositor, maestro, pianista, cantor, arranjador e violonista brasileiro, mais famoso dentro e fora do Brasil. É considerado um dos maiores expoentes da música brasileira e um dos criadores do movimento da <em><strong>Bossa Nova</strong></em>. É um dos nomes que melhor representa a música brasileira na segunda metade do século XX e é praticamente uma unanimidade entre críticos e público em termos de qualidade e sofisticação musical.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Chovia muito quando <strong>Tom Jobim</strong> nasceu 25 de Janeiro de 1927, onze e quinze da noite de uma terça-feira. Muita água caindo do céu, nenhuma saindo das bicas da <em>Rua Conde de Bonfim</em>, no bairro carioca da <em>Tijuca</em>. O conserto de um cano viera perturbar o nascimento do primeiro filho de <strong>Jorge Jobim</strong> e <strong>Nilza Brasileiro de Almeida</strong>, na casa de nº 634.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a ajuda do irmão de <strong>Da.</strong><strong>Nilza</strong>, <strong>Marcelo Brasileiro de Almeida</strong>, a quem coube a tarefa de providenciar água para o parto, e de sua irmã <strong>Yolanda Brasileiro de Almeida</strong>, que se desdobrou na cozinha para que não faltasse café para o <strong><em>Dr. Graça Mello</em></strong>, que o bebia em doses quase industriais, <strong>Antonio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim</strong> finalmente veio ao mundo com quase 60 cm de comprimento e pesando quatro quilos.</p>
<p style="text-align: justify;">Aquariano com ascendente em Libra, dois signos ligados ao ar como os seres alados que tanto admirava, no horóscopo chinês, <strong>Tom</strong> era gato, o que talvez explique sua implicância com deslocamentos e mudanças. E, no entanto, trocar de endereço foi uma das coisas que ele mais fez na vida.</p>
<p><img src="http://img153.imageshack.us/img153/6507/2tomcomospais1xp3.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">A primeira mudança foi em 1931, quando os <strong>Jobim</strong> trocaram a <em>Tijuca</em> por um bairro da zona sul da cidade, que então não passava de um enorme areal distante de tudo e pouco habitado:<em> Ipanema</em>. A casa ficava na <em>Rua Barão da Torre</em>, perto do <strong><em>Bar Vinte</em></strong>. Nela,<strong> Tom</strong> morou pouco tempo, mudando-se para a <em>Rua Constante Ramos, 68,</em> em <em>Copacabana.</em> <strong>Tom</strong> tinha apenas um ano quando seus pais separaram-se pela primeira vez. Após uma curta reaproximação, durante a qual <strong>Tom</strong> ganhou uma irmã, <strong>Helena Isaura</strong>, nascida em 1931, o casamento de <strong>Da.Nilza</strong> se desfez para sempre com a morte prematura de <strong>Jorge</strong> em 1935. Quando <strong>Jorge Jobim</strong> morreu <strong>Da. Nilza</strong> foi morar na arborizada pensão de <strong>Da. Adelaide</strong> e <strong>Da. Josefina</strong>, na mesma rua. O pouso seguinte—a última casa de uma vila—ficava na travessa <em>Trianon</em>, transversal à <em>Rua Siqueira Campos</em>, no mesmo bairro.</p>
<p style="text-align: justify;">Dois anos após a morte de <strong>Jorge</strong>, <strong>Da. Nilza</strong> casou-se com <strong>Celso Frota Pessoa</strong>, que acabaria transformando-se no verdadeiro pai de <strong>Tom</strong> e <strong>Helena</strong> e que lhe deu muito incentivo para a vida musical, chegando a lhe presentear com um piano. E foram todos morar novamente em <em>Ipanema</em>, numa casa de pedra da <em>Rua Sadock de</em> <em>Sá, 276</em>, com fundos para um terreno baldio frontal à <em>Lagoa Rodrigo de Freitas</em>. No andar de cima, os tios: <strong>Yolanda</strong> e <strong>João Lira Madeira</strong> e dois primos; no térreo, <strong>Tom</strong>, <strong>Helena</strong>, os pais, os avôs maternos e tio <strong>Marcelo</strong>. Foi naquele ambiente, musical dentro de casa e ecologicamente exuberante do lado de fora, que <strong>Tom</strong>, assim apelidado pela irmã, desenvolveria seu pendor para a música e sua paixão pela natureza.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora tenha manifestado seu gosto pela música precocemente (só dormia embalado pela voz da mãe ou da avó<strong> Emília</strong> e gostava de escolher o repertório), sua relação mais intensa, a princípio, foi com a praia, as praças e as grimpas de Ipanema, onde nadava, pescava, soltava pipa, andava de bicicleta, subia em árvores, escalava morros e telhados — e quando se cansava tirava uma sesta nos bancos da<em> Praça Nossa Senhora da Paz</em>. Era capaz de atravessar a Lagoa a nado e volta e meia arriscava um audacioso mergulho das pedras do <em>Arpoador</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">A despeito de toda essa esportividade, fazia o gênero contemplativo. Sobretudo na escola. Passou por tantos colégios quanto mudou de casa. Estudou no <em>Mallet Soares</em>, em <em>Copacabana</em>, depois no<em> Mello e Souza</em>, no <em>Paula Freitas</em>, dividindo o que então chamavam de curso científico entre o <em>Juruena</em> e o <em>Andrews</em>. Em 1940, sua mãe fundou o <strong><em>Colégio Brasileiro de Almeida</em></strong>.</p>
<p><img src="http://img136.imageshack.us/img136/5601/3tomnopianodcada40ne1.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">Um dia, quando tinha 14 anos, deparou-se, ao voltar da praia, com um piano na garagem de casa. Esse piano mudaria sua vida. Era um <em>Bechstein</em> alugado para que<strong> Helena</strong> aprendesse a tocar e o professor <strong>Hans Joachim Koellreutter</strong> pudesse dar aulas no <strong><em>Colégio Brasileiro de Almeida</em></strong>. Por achar que piano era <em><strong>“coisa de mocinha”,</strong></em> <strong>Tom</strong> aproximou-se do teclado com certa cautela, combinando notas de brincadeira. Quando se deu conta, já estava fisgado. E Iniciou seus estudos de música em 1941, tomando aulas com o professor <strong>Hans</strong>, às vezes durante dez horas seguidas. Com ele aprendeu as coisas básicas, praticou escalas e adquiriu as primeiras noções de composição e harmonia.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida, passou pelas mãos de <strong>Lúcia Branco</strong>, que o exercitaria nos clássicos de <strong><em>Bach</em>, <em>Beethoven</em>,</strong> <strong><em>Chopin, Ravel, Debussy, Villa-Lobos</em></strong>, e o convenceria a desistir de ser concertista e o estimularia a compor. Com o professor, regente e compositor negro <strong>Paulo Silva</strong>, <em><strong>“muito sistemático e rigoroso”</strong>,</em> segundo <strong>Tom</strong>, aprofundaria seus conhecimentos de harmonia.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de piano, aprendeu <em>flauta</em>, <em>harmônica de boca</em> e <em>violão</em>, chegando a formar um conjunto de gaitistas cuja ribalta era a <em>Praça General Osório</em>, em <em>Ipanema</em>. Um dos integrantes do conjunto, <strong>Newton Mendonça</strong>, seria seu  primeiro grande parceiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Música, dizia-se, não dava camisa a ninguém e <strong>Tom</strong>, louco para se casar com <strong>Thereza Otero Hermanny</strong>, partiu em busca de uma profissão mais segura. Bom de desenho fez vestibular para arquitetura. Com ajuda do padrasto, que reformou um quarto de empregada para que <strong>Tom</strong> e <strong>Thereza</strong> pudessem morar com a família na casa de dois andares da <em>Rua Redentor, 307</em>, os dois se casaram, em 15 de outubro de 1949, e foram passar a lua-de-mel em <em>Petrópolis</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tom</strong> não conseguiu ir além do primeiro ano de arquitetura. Sem dinheiro, resolveu ganha-lo com aquilo em que já era quase doutor. Por intermédio do<strong> Maestro Alceu Bocchino</strong>, diretor da <em><strong>Rádio Clube do Brasil</strong></em> e amigo de tio <strong>Marcelo</strong>, arrumou emprego como pianista daquela emissora, que logo acumulou com outro, de seis às dez da noite, no <strong><em>Bar Michel</em></strong>. Mas não por muito tempo. Antes que o estresse o destruísse, optou, temporariamente, pela noite.</p>
<p>Passou pelas principais casas noturnas do <em>Rio</em>, alternando ao piano um eclético repertório de ritmos: sambas, boleros, foxes, rumbas, canções francesas, tangos. Até se dar conta de que não iria muito longe embalando noctívagos, bêbados, boêmios e grã-finos. Para ser um músico de verdade, precisaria aprofundar seus conhecimentos de harmonia e orquestração.</p>
<p><img src="http://img136.imageshack.us/img136/7862/4tomdcada50qx2.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">Uma vez mais, <strong>Celso </strong>estendeu-lhe a mão, oferecendo-se para arcar com o aluguel e as contas do mês, enquanto o ex-futuro arquiteto aperfeiçoava seus estudos lendo os <em><strong>“Princípios de Orquestração”,</strong></em> do compositor russo <strong>Rimsky-Korsakov</strong>, e decorando os arranjos de <strong>Glenn Miller</strong> nos 78 rotações de sua coleção. Mais tarde, <strong>Tom</strong> tomaria aulas de orquestração com <strong>Leo Peracchi</strong> e <strong>Tomás de Terán</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Por intermédio do músico <strong>Alcides Fernandes</strong>, marido da faxineira dos<strong> Jobim</strong> e morador da favela do <em>Pavãozinho</em>, <strong>Tom</strong> foi trabalhar na <em>Editora Euterpe</em>, escrevendo arranjos para pequenos conjuntos. Em 1952, <strong>Sávio Carvalho da Silveira</strong> levou-o para a gravadora <strong>Continental</strong>, onde se ocuparia de colocar em pentagramas as músicas de autores que compunham apenas de ouvido e fazer arranjos e orquestrações para <strong>Dalva de Oliveira</strong>, <strong>Orlando Silva</strong>, <strong>Elizete Cardoso</strong> e <strong>Dick Farney</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Decidido a trocar a vida boêmia e noturna pela diurna, declarou: <em><strong>&#8220;Resolvi mudar de vida, de repente. Para ser bicho diurno, arranjei emprego na Continental Discos. Levava a minha pastinha, com algumas partituras. Alguém cantava uma música, batendo na caixa de fósforo, e eu punha a melodia no papel&#8221; (JOBIM, Helena p.85).</strong></em> O arranjador oficial da gravadora era <strong>Radamés Gnatalli</strong>, grande pianista, regente e compositor, que adotou<strong> Tom</strong> como seu mais ilustre afilhado musical. Pouco depois, <strong>Tom </strong>atuou como arranjador, auxiliado, no início, pelo <strong>Maestro Radamés.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Com o que passou a ganhar na gravadora voltou para <em>Copacabana</em>, pagando do próprio bolso o aluguel de um conjugado no Edifício Einstein, na <em>Rua Francisco Otaviano</em>, no Posto 6. Àquela altura, o casal já tinha um filho, <strong>Paulo Jobim</strong>, nascido em 4 de agosto de 1950.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/sQ1i6xIQhpU" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/sQ1i6xIQhpU"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">Em abril de 1953, <strong>Tom</strong> estreava em disco como compositor, com o samba-canção <span style="color: #ff9900;"><strong>“Incerteza”</strong></span>, feito em parceria com <strong>Newton Mendonça</strong> e gravado por <strong>Mauricy Moura</strong>, cantor santista, discípulo de <strong>Silvio Caldas</strong>. Dois meses depois, emplacaria mais duas composições em um “78” rpm de <strong>Ernani Filho</strong>: <span style="color: #ff9900;"><strong>“Pensando em Você”</strong></span> e <span style="color: #ff9900;"><strong>“Faz uma Semana”</strong></span>, esta em parceria com outro amigo de bairro,<strong> João Batista Stockler</strong>. Dali em diante, sua carreira só subiria de tom.</p>
<p style="text-align: justify;">Seus primeiros arranjos gravados pela <strong>Continental </strong>foram em discos de 78 rpm. O primeiro foi para a composição<span style="color: #ff9900;"><strong> &#8220;Outra vez&#8221;, </strong></span>também de sua autoria, gravada por <strong>Dick Farney</strong>, em 1954. Fez arranjo, ainda, para músicas gravadas por <strong>Dóris Monteiro</strong>, <strong>Nora Ney</strong>, <strong>Orlando Silva</strong> e <strong>Dalva de Oliveira</strong>, entre vários outros.</p>
<p><strong>Tom</strong> ainda teria de esperar mais um ano e três gravações para saborear seu primeiro sucesso<strong><span style="color: #ff9900;">:“Tereza da Praia”</span></strong>, samba-canção composto de parceria com <strong>Billy Blanco</strong> na medida para desfazer os boatos de que <strong>Lúcio Alves</strong> e <strong>Dick Farney</strong> se detestavam mutuamente. Ao contrário do que muitos acreditavam, não se tratava de uma homenagem à <strong>Thereza Jobim</strong>, embora as duas Terezas tivessem <em>“uma pinta do lado”.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ttos3HUanps&amp;feature" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/ttos3HUanps&amp;feature"></embed></object></p>
<p>O ano de 1954, foi um ano venturoso para <strong>Tom</strong>. Só o fato de a <strong>Continental </strong>passar a produzir LPs de dez polegadas abriu-lhe novas perspectivas, tornando possível registrar em disco os onze movimentos de uma sinfonia, burilada a quatro mãos com <strong>Billy Blanco</strong>. Era uma exaltação ao <em>Rio de Janeiro</em>, falando do mar, das montanhas, do sol e do cotidiano da cidade, com arranjos de <strong>Maestro Radamés Gnattali</strong> e canções interpretadas pela fina flor do rádio e do disco, como <strong>Dick Farney</strong>, <strong>Lúcio Alves</strong>, <strong>Elizete Cardoso</strong>, <strong>Dóris</strong> <strong>Monteiro</strong>, <strong>Os Cariocas</strong>, <strong>Jorge Goulart</strong>, <strong>Nora Ney</strong> e <strong>Emilinha Borba</strong>. <span style="color: #ff9900;"><strong>“Sinfonia do Rio de Janeiro”</strong></span> não entrou nas paradas de sucesso mas consolidou a reputação de <strong>Tom </strong>como o mais promissor talento de sua geração.</p>
<p>Essa obra foi incluída, mais tarde, na trilha do filme <span style="color: #ff6600;"><strong>&#8220;Esse Rio que eu amo&#8221;, </strong></span>de <strong>Carlos Hugo Christensen</strong>. Ainda em 1954, teve músicas gravadas por <strong>Nora Ney</strong>, <strong>Elizeth Cardoso</strong> e <strong>Lúcio Alves</strong>, entre outros. A partir de então, suas músicas vêm sendo gravadas, ano após ano, por centenas de artistas nacionais e estrangeiros.</p>
<p>Bibliografia: <a title="Site Oficial" href="http://www2.uol.com.br/tomjobim/biografia.htm" target="_blank">Site Oficial</a><br />
<a title="Cravo Albin" href="http://www.dicionariompb.com.br/detalhe.asp?nome=Tom+Jobim&amp;tabela=T_FORM_A&amp;qdetalhe=bio" target="_blank">Dicionário Cravo Albin</a><br />
<a title="Wikipedia livre" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tom_Jobim" target="_blank">Wikipédia Livre</a></p>
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		<title>O Candelabro Italiano - Filme de 1962</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Nov 2008 03:21:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Clara</dc:creator>
		
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O Candelabro Italiano (Rome Adventure), um clássico do cinema Europeu do ano de 1962, um romace italiano, roteiro e direção de Delmer Daves. Livro de Irving Fineman.
O elenco é composto por Troy Donahue, Angie Dickinson, Rossano Brazzi , Suzanne Pleshette, Constance Ford, Al Hirt, Hampton Fancher, Iphigenie Castiglioni, Chad Everett, Gertrude Flynn.

Cansada da monótona New [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://img444.imageshack.us/img444/8901/candelabro01ct9.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Candelabro Italiano (Rome Adventure)</strong>, um clássico do cinema Europeu do ano de 1962, um romace italiano, roteiro e direção de <strong>Delmer Daves</strong>. Livro de <strong>Irving Fineman</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O elenco é composto por <strong>Troy Donahue, Angie Dickinson, Rossano Brazzi , Suzanne Pleshette, Constance Ford, Al Hirt, Hampton Fancher, Iphigenie Castiglioni, Chad Everett, Gertrude Flynn</strong>.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/8Okx6kPq6z0" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/8Okx6kPq6z0"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">Cansada da monótona <em>New England</em>, a bibliotecaria <span style="color: #ff9900;"><strong>Prudence Bell</strong></span> (<strong>Suzanne Pleshette</strong>, em seu primeiro grande papel no cinema) parte para Roma, em busca de aventura e romance. Envolve-se com um arquiteto de sua idade (<strong>Troy Donahue</strong>) e um galanteador mais velho (<strong>Rossano Brazzi</strong>).</p>
<p style="text-align: justify;">Os dois jovens se apaixonam e iniciam uma viagem pelas mais belas paisagens do norte da Itália&#8230; até que <span style="color: #ff9900;"><strong>Prudence</strong></span> descobre existir uma outra mulher na vida de seu novo amor. Desiludida, ela volta para casa e descobre que o destino sempre reserva uma última surpresa para um coração apaixonado.</p>
<p><img src="http://img374.imageshack.us/img374/6724/candelabro02at6.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">Os pontos fortes de O Candelabro Italiano, são as belezas naturais e arquitetônicas da região e a música. Além do sucesso <span style="color: #ff6600;"><strong>&#8220;Al Di La&#8221;</strong><span style="color: #000000;">,</span></span><span style="color: #000000;"> </span>há um belíssimo tema principal de <strong>Steiner</strong>, que integrou-se ao repertório das cerimônias de casamento. A trilha também inclui temas do compositor escritos para outros filmes, como a Tarantella de <span style="color: #ff9900;">O Gavião e a Flecha </span>(1950).</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/aGMC9A_k6zQ" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/aGMC9A_k6zQ"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">Vale a pena ver e rever, é uma história romântica que consegue retratar as alegrias e tristezas de se viver um grande amor. É uma grande viagem no tempo, a música <span style="color: #ff9900;"><strong>“Al Di La”</strong></span> ainda hoje emociona muitas que viveram e amaram naquela época.</p>
<p>Bibliografia: <a title="Nostalgia" href="http://www.nostalgiabr.com/classicos/canditaliano/canditaliano.htm" target="_blank">Nostalgia</a></p>
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		<title>A Caldeira do Diabo (Peyton Place) - Filme 1957</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 01:23:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Clara</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[
A Caldeira do Diabo (Peyton Place) é um controverso filme norte-americano de 1957, do gênero Drama, Produção de Jerry Wald&#8217;s,  Direção de Mark Robson e estrelado por Lana Turner.
Baseado no livro homônimo de mesmo nome, escrito por Grace Metalious, que vendeu quarenta mil cópias nos Estados Unidos em apenas dez dias após seu lançamento. Reconhecido por subverter os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://img510.imageshack.us/img510/7695/acaldeiradodiabodw1.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A Caldeira do Diabo (Peyton Place)</strong> é um controverso filme norte-americano de 1957, do gênero Drama, Produção de <strong>Jerry Wald&#8217;s,</strong>  Direção de <strong>Mark Robson</strong> e estrelado por <strong>Lana Turner</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Baseado no livro homônimo de mesmo nome, escrito por <strong>Grace Metalious</strong>, que vendeu quarenta mil cópias nos Estados Unidos em apenas dez dias após seu lançamento. Reconhecido por subverter os melodramas hollywoodianos, enfrentou forte censura, mas fez escola ao flagrar a hipocrisia dos habitantes de uma pequena cidadezinha do interior que escondem seus &#8220;pequenos&#8221; segredos: <em><strong>adultério, estupro e suicídio.</strong></em></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/OuyFZOEEpp0&amp;feature" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/OuyFZOEEpp0&amp;feature"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A Caldeira do Diabo</strong> foi o segundo filme de maior bilheteria nos cinemas norte-americano em 1958. Apesar de ter sido indicado para treze importantes prêmios de cinema de sua época, não conseguiu ganhar nenhum dos prêmios para os quais foi indicado.</p>
<p style="text-align: justify;">Fazem parte do elenco: <strong>Lana Turner</strong> como <span style="color: #ff9900;">Constance Mackenzie</span>, <strong>Lee Philips</strong> como <span style="color: #ff9900;">Michael Rossi</span>, <strong>Lloyd Nolan</strong> como <span style="color: #ff9900;">Dr. Matthew Swain</span>, <strong>Arthur Kennedy</strong> como <span style="color: #ff9900;">Lucas Cross</span> (indicado para melhor ator coadjuvante), <strong>Russ Tamblyn</strong> como <span style="color: #ff9900;">Norman Page</span>,<strong>Terry Moore</strong> como <span style="color: #ff9900;">Betty Anderson</span>, <strong>Hope Lange</strong> como <span style="color: #ff9900;">Selene Cross</span>, <strong>Diane Varsi</strong> como <span style="color: #ff9900;">Allison MacKenzie</span>, <strong>Betty Field</strong> como <span style="color: #ff9900;">Nellie Cross</span>, <strong>Mildred Dunnock</strong> como <span style="color: #ff9900;">Elsie Thornton</span>,<strong> David Nelson</strong> como <span style="color: #ff9900;">Ted Carter</span>, <strong>Barry Coe</strong> como <span style="color: #ff9900;">Rodney Harrington</span>, <strong>Leon Ames</strong> como <span style="color: #ff9900;">Sr. Harrington</span>, <strong>Lorne Greene</strong> como  <span style="color: #ff9900;">Promotor</span>, <strong>Robert Harris</strong> como <span style="color: #ff9900;">Seth Bushwell</span>, <strong>Tami Conner</strong> como <span style="color: #ff9900;">Margie</span>, <strong>Staats Cotsworth</strong> como <span style="color: #ff9900;">Charles Partridge</span>, <strong>Peg Hillias</strong> como <span style="color: #ff9900;">Marion Partridge</span>, <strong>Erin O&#8217;Brien-Moore </strong>como <span style="color: #ff9900;">Sra. Evelyn Page</span><span style="color: #000000;">. </span></p>
<p style="text-align: justify;">A história se inicia em 1941, num lugar chamado <strong>Peyton Place</strong>, na Nova Inglaterra, onde a maioria das pessoas trabalha para uma grande fábrica de tecidos, as crianças estudam numa boa Escola Secundária e as famílias frequentam diversas igrejas, de diferentes religiões.</p>
<p><img src="http://img243.imageshack.us/img243/5711/caldeiradodiabouf9.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">A então adolescente <span style="color: #ff9900;">Allison Mackenzie</span>( <strong>Diane Varsi</strong>), que narra a história, vive com sua mãe viúva <span style="color: #ff9900;">Constance</span> (<strong>Lana Turner</strong>), que administra uma loja de sua propriedade enquanto a empregada <span style="color: #ff9900;">Nellie Cross</span> (<strong>Betty Feld)</strong> cuida da casa. A melhor amiga de <span style="color: #ff9900;">Allison</span> é <span style="color: #ff9900;">Selene</span> (<strong>Hope Lange</strong>), filha da empregada, que vive em uma cabana com seu irmão menor e seu padrasto alcoólico <span style="color: #ff9900;">Lucas Cross</span> (<strong>Arthur Kennedy</strong>).</p>
<p style="text-align: justify;">Seu melhor amigo é <span style="color: #ff9900;">Norman</span> (<strong>Russ Tamblyn</strong>), um rapaz reprimido pela mãe opressora <span style="color: #ff9900;">Sra. Evelyn Page </span><span style="color: #000000;">(</span><span style="color: #000000;"><strong>Erin O&#8217;Brien-Moore) </strong>. Quando <span style="color: #ff9900;">Allison</span> e <span style="color: #ff9900;">Norman</span> são confundidos com outro casal que nadavam nús em um riacho, imediatamente surgem fofocas que chegam até <span style="color: #ff9900;">Constance</span> e a mãe de <span style="color: #ff9900;">Norman</span>. <span style="color: #ff9900;">Constance </span>discute com a filha e lhe faz revelações, que levam <span style="color: #ff9900;">Allison</span> a sair de casa e ir sozinha para Nova Iorque.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><img src="http://img243.imageshack.us/img243/2549/acalde2uu9.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">Mais de 1 ano depois, <span style="color: #ff9900;">Selene </span>confessa um crime e vai a julgamento, motivo de <span style="color: #ff9900;">Allison</span> voltar à <strong><em>Peyton Place</em></strong>, o último lugar que ela gostaria de estar no mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale a pena ver e rever, principalmente para quem adora um melodrama, conforme o desenrolar da trama, voce começa a assimilar a personalidade de cada rosto enquadrado na tela, tendo a chance de se identificar com quem bem entender e desaprovar a vilania de certos personagens, desde a maior fofoqueira da cidade, sempre mal-intencionada, passando, evidentemente, pelo beberrão <span style="color: #ff9900;">Lucas Cross</span>.</p>
<p><img src="http://img243.imageshack.us/img243/672/caldeiradosk9.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">O mundo de aparências é uma máscara, sobretudo para a puritana <span style="color: #ff9900;">Constance</span>, no desígnio de perpetuar a pose de boa moça, esconde da filha um segredo. A obsessão em ser perfeita aos olhos da comunidade em que vive, porém, acaba por prejudicar sua convivência com a filha. Só que esse jogo de faz-de-conta passa a ser encarado como algo vital numa cidadezinha como <strong><em>Peyton Place</em></strong>, onde todo mundo se conhece, cada pequeno deslize fora da linha é delatado com muito alvoroço.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, como todo mundo sabe, o fio de nylon que sustenta as máscaras na face dos personagens a que assistimos não é capaz de resistir ao tempo, podendo arrebentar-se a qualquer momento. É aí que se deve estar preparado para assumir os erros e tentar se redimir.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>A vida imita a arte<br />
</em></strong>Dez dias após a cerimônia de entrega dos Oscars,<strong> Lana Turner</strong> viu sua própria vida virar escândalo. Sua filha adolescente enfiou uma faca no estômago do gângster <strong>Johnny Stompanato</strong> (amante da mãe, essa tendo que admitir que foi infiel assim como sua personagem) matando-o após ouvi-lo ameaçar a atriz de morte. Tal crime inspirou o best-seller <span style="color: #993300;">Escândalo na Sociedade</span>.</p>
<p style="text-align: justify;">O filme rendeu uma duradoura série de televisão de mesmo nome (com <strong>Ryan O&#8217;Neal</strong>), que se estabeleceu como o primeiro drama tórrido, abrindo caminho para gerações futuras como <span style="color: #ff9900;">Desperate Housewives</span> e <span style="color: #ff9900;">Twin Peaks</span>.</p>
<p>Bibliografia:<a title="Wikipédia Livre" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Peyton_Place_(filme)" target="_blank"> 65 Anos de Cinema<br />
Wikipédia Livre</a></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/VelhosTemposBelosDias/~4/450174242" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Produtos Existentes na Época - Creme Dental</title>
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		<comments>http://www.velhostemposbelosdias.com/2008/11/produtos-existentes-na-epoca-creme-dental/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 00:31:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Clara</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Propaganda]]></category>

		<category><![CDATA[TV]]></category>

		<category><![CDATA[creme dental Colgate]]></category>

		<category><![CDATA[Creme dental Eucalol]]></category>

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		<category><![CDATA[Creme dental Lever]]></category>

		<category><![CDATA[Creme Dental Signal]]></category>

		<category><![CDATA[Produtos usados na década de50 e 60]]></category>

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		<description><![CDATA[Vocês devem lembrar dessas marcas de &#8220;Creme Dental&#8221;:
Creme Dental Eucalol

Creme Dental Lever

Creme Dental Colgate

Comercial Americano do Creme Dental Colgate

Creme Dental Kolynos

Comercial Nacional do Creme Dental Kolynos


Comercial Nacional com Regina Duarte do Creme Dental Kolynos

 Tinhamos também o Creme Dental Phillips e Creme Dental Signal; o das listrinhas vermelhas.
Quem lembrar de outros, podem comentar abaixo.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vocês devem lembrar dessas marcas de<strong> &#8220;Creme Dental&#8221;</strong>:</p>
<p><strong>Creme Dental Eucalol</strong><br />
<img src="http://img161.imageshack.us/img161/3812/eucalol4rj1.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>Creme Dental Lever</strong><br />
<img src="http://img145.imageshack.us/img145/6276/cremedentalleverdi7.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>Creme Dental Colgate</strong><br />
<img src="http://img340.imageshack.us/img340/4597/cremedentalcolgatexc0.jpg" alt="" /></p>
<p>Comercial Americano do Creme Dental Colgate</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/xFydzXFcA-Y&amp;feature" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/xFydzXFcA-Y&amp;feature"></embed></object></p>
<p><strong>Creme Dental Kolynos</strong><br />
<img src="http://img522.imageshack.us/img522/777/kolynos1la6.jpg" alt="" /></p>
<p>Comercial Nacional do Creme Dental Kolynos</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/h5J2qGziTaU&amp;feature" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/h5J2qGziTaU&amp;feature"></embed></object></p>
<p><img src="http://img152.imageshack.us/img152/4628/kolynos4hg0.jpg" alt="" /></p>
<p>Comercial Nacional com Regina Duarte do Creme Dental Kolynos</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ujJa0jaox7Y" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/ujJa0jaox7Y"></embed></object></p>
<p> Tinhamos também o <strong>Creme Dental Phillips</strong> e <strong>Creme Dental Signal</strong>; o das <em>listrinhas vermelhas</em>.<br />
Quem lembrar de outros, podem comentar abaixo.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/VelhosTemposBelosDias/~4/443834853" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Casablanca - Filme 1942</title>
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		<comments>http://www.velhostemposbelosdias.com/2008/11/casablanca-filme-1942/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 23:34:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Clara</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>

		<category><![CDATA[Casablanca]]></category>

		<category><![CDATA[Claude Tains]]></category>

		<category><![CDATA[Conrad Veidt]]></category>

		<category><![CDATA[Humphrey Bogart]]></category>

		<category><![CDATA[Ingrid Bergman]]></category>

		<category><![CDATA[Michael Curtiz]]></category>

		<category><![CDATA[Murray Burnett e Joan Alison]]></category>

		<category><![CDATA[Paul Henried]]></category>

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		<description><![CDATA[
Casablanca é um Clássico do cinema norte americano, filme de 1942, do gênero drama/romance, dirigido por Michael Curtiz. O roteiro é baseado em peça teatral de Murray Burnett e Joan Alison.
O elenco é um ponto forte do filme. Humphrey Bogart (Richard Blane), uma das lendas de Hollywood, tem o maior papel de sua carreira, como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong></strong><strong></strong><img class="aligncenter" src="http://img505.imageshack.us/img505/4043/casablancaposter09bh1.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Casablanca </strong>é um <strong><em>Clássico</em></strong> do cinema norte americano, filme de 1942, do gênero drama/romance, dirigido por <strong>Michael Curtiz</strong>. O roteiro é baseado em peça teatral de <strong>Murray Burnett e Joan Alison</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O elenco é um ponto forte do filme. <strong>Humphrey Bogart</strong> (<span style="color: #ff6600;"><strong>Richard Blane</strong></span>), uma das lendas de Hollywood, tem o maior papel de sua carreira, como o cínico, inescrupuloso, mas também nobre e generoso <span style="color: #ff6600;"><strong>Rick</strong></span>. Com a bela e talentosa <strong>Ingrid Bergman</strong> (<span style="color: #ff6600;"><strong>Ilsa Lund Laszlo</strong></span>), consegue manter uma química inesquecível. Os atores coadjuvantes também oferecem uma magnífica contribuição para o sucesso do filme, com as ótimas atuações de <strong>Claude Rains</strong> (<span style="color: #ff6600;"><strong>Capitão Louis Renault</strong></span>), <strong>Conrad Veidt</strong> (<strong><span style="color: #ff6600;">M</span><span style="color: #ff6600;">ajor Heinrich Strasser</span></strong>), <strong>Paul Henreid</strong> (<span style="color: #ff6600;"><strong>Victor Laszlo</strong></span>), <strong>Peter Lorre</strong> (<span style="color: #ff6600;"><strong>Ugarte</strong></span>), <strong>Sydney Greenstreet</strong> (<span style="color: #ff6600;"><strong>Senor Ferrari</strong></span>), <strong>S. Z. Sakal</strong> (<span style="color: #ff6600;"><strong>Carl, the Headwaiterl</strong></span>), além da marcante participação de <strong>Dooley Wilson</strong> (<span style="color: #ff6600;"><strong>Sam</strong></span>).</p>
<p><img src="http://img513.imageshack.us/img513/2295/casablanca2bk4.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">Em plena <em>Segunda Guerra Mundial</em>, enquanto cidades são invadidas pelos alemães, duas pessoas conseguem viver um romance intenso e inesquecível em Paris. O que torna a história mais interessante é exatamente a impossibilidade deste amor continuar. O roteiro e os diálogos do filme dirigido por <strong>Michael Curtiz</strong>, são perfeitos nesse sentido. <span style="color: #ff6600;"><strong>llsa</strong></span>, apaixona-se por <span style="color: #ff6600;"><strong>Rick</strong></span>,  mas, em vez de fugir com ele de Paris, manda-lhe um bilhete de despedida na estação de trem. Ele parte sem entender o que havia acontecido. Tudo isso é contado em flashback. Anos depois já em <strong>Casablanca</strong>, na Marrocos francesa, ela aparece com seu marido, o herói <span style="color: #ff6600;"><strong>Victor Laszlo</strong></span>,  justamente no <span style="color: #ff6600;"><strong><em>Rick&#8217;s Bar</em></strong></span>, do qual o personagem de <span style="color: #ff6600;"><strong>Rick </strong></span>é dono. Eles estão à procura de um meio de fugir para a América. O sofrimento de <span style="color: #ff6600;"><strong>Rick</strong></span> ao vê-la é inevitável e ela fica novamente dividida entre seus dois amores. O final é realmente surpreendente. Mas o sucesso do filme, que até hoje continua ganhando muitos fãs de todas gerações, explica-se pela fórmula bem-dosada de romance, humor, intriga e suspense.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/cfxJCdBFuLk&amp;feature" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/cfxJCdBFuLk&amp;feature"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">O pano de fundo para o romance vivido por <span style="color: #ff6600;"><strong>Rick</strong></span> e<span style="color: #ff6600;"><strong> llsa</strong></span> não poderia ser mais tenebroso, com os estrondosos canhões nazistas que invadiam Paris. Logo no começo do filme, dois soldados alemães são assassinados no trem e as suspeitas da polícia recaem sobre os traficantes de vistos de saída. Um deles é detido em pleno <span style="color: #ff6600;"><em><strong>Rick&#8217;s Bar</strong></em></span> e morto ao tentar escapar. 0 clima volta a ficar tenso quando o líder da resistência francesa <span style="color: #ff6600;"><strong>Victor Laszlo</strong></span> desafia os nazistas cantando o hino da França, <em>La Marseillaise</em>. No final do filme, o <span style="color: #ff6600;"><strong>capitão Renault</strong></span> joga a garrafa de água de <span style="color: #ff6600;"><strong>Vicky</strong></span> no lixo num claro protesto contra o protecionismo francês.</p>
<p>As Time Goes By<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/F_bMFVDu9yo&amp;feature" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/F_bMFVDu9yo&amp;feature"></embed></object></p>
<p>Recebeu o Oscar 1944 (EUA) nas categorias melhor filme, melhor diretor e melhor roteiro.</p>
<p style="text-align: justify;">A fórmula de <strong>&#8220;Casablanca&#8221;</strong> é magnífica e começa por um roteiro perfeito, contendo todos os elementos do cinema clássico, é fundamental a qualquer cinéfilo, ver e rever esta obra-prima dos anos de ouro de Hollywood. <strong>Humphrey Bogart</strong> e <strong>Ingrid Bergman</strong> embalados por uma bela canção, numa mistura de política, paixão, romance, guerra, heroísmo, mistério e intriga.</p>
<p style="text-align: justify;">Bibliografia: <a title="webcine" href="http://http://www.webcine.com.br/" target="_blank">Webcine<br />
65 anos de cinema</a></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/VelhosTemposBelosDias/~4/441514602" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Produtos Existentes na Época - Sabonetes</title>
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		<comments>http://www.velhostemposbelosdias.com/2008/11/produtos-de-beleza-anos-50-e-60-sabonetes/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 00:52:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Clara</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Propaganda]]></category>

		<category><![CDATA[TV]]></category>

		<category><![CDATA[Sabonete Cachemir Bouquet]]></category>

		<category><![CDATA[Sabonete Eucalol]]></category>

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		<category><![CDATA[Sabonete Palmolive]]></category>

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		<description><![CDATA[Agora vamos relembrar dos &#8220;sabonetes&#8221; que fizeram parte da nossa infância e juventude. 
Sabonete Lever, depois passou a ser chamado de &#8220;Lux&#8221; o Sabonete das Estrelas.

E do Sabonete Gessy

Comercial do Sabonete Gessy

Lembram do Sabonete Lifebuoy

Neste vídeo temos uma propaganda do Sabonete Lifebouy

Sabonete Lifebuoy Puralim

E do Sabonete Eucalol

O Sabonete Palmolive.

Ainda tinhamos o Sabonete, Talco e a Colônia Cachemir Bouquet.

Foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agora vamos relembrar dos &#8220;<strong>sabonetes&#8221;</strong> que fizeram parte da nossa infância e juventude. </p>
<p><strong>Sabonete Lever</strong>, depois passou a ser chamado de <strong>&#8220;Lux&#8221; </strong>o <em>Sabonete das Estrelas</em>.<br />
<img src="http://img112.imageshack.us/img112/9788/lever4dz9.jpg" alt="" /></p>
<p>E do <strong>Sabonete</strong> <strong>Gessy<br />
</strong><img src="http://img529.imageshack.us/img529/1199/sabonetesgessykx3.jpg" alt="" /></p>
<p>Comercial do <strong>Sabonete Gessy</strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/rYwwjAl_odg&amp;feature" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/rYwwjAl_odg&amp;feature"></embed></object></p>
<p>Lembram do <strong>Sabonete Lifebuoy</strong><br />
<img src="http://img529.imageshack.us/img529/5749/lifebuoyce3.jpg" alt="" /></p>
<p>Neste vídeo temos uma propaganda do <strong>Sabonete Lifebouy<br />
</strong><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/gnatV0wOrA8&amp;feature" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/gnatV0wOrA8&amp;feature"></embed></object></p>
<p><strong>Sabonete Lifebuoy Puralim<br />
</strong><img src="http://img112.imageshack.us/img112/6103/1960lifebuoyuh8.jpg" alt="" /></p>
<p>E do <strong>Sabonete Eucalol</strong><br />
<img src="http://img233.imageshack.us/img233/990/1960eucalolbt4.jpg" alt="" /></p>
<p>O <strong>Sabonete Palmolive</strong>.<br />
<img src="http://img233.imageshack.us/img233/4439/sabonetepalmolivell4.jpg" alt="" /></p>
<p>Ainda tinhamos o <strong>Sabonete, Talco</strong> e a <strong>Colônia Cachemir Bouquet</strong>.<br />
<img src="http://img529.imageshack.us/img529/2522/cachemirbouquetfo1.jpg" alt="" /></p>
<p>Foi tudo que consegui resgatar em matéria de sabonetes, mas acho que dá recordar um poquinho.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/VelhosTemposBelosDias/~4/440467727" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Gilda - Filme de 1946</title>
		<link>http://feeds.feedburner.com/~r/VelhosTemposBelosDias/~3/437433126/</link>
		<comments>http://www.velhostemposbelosdias.com/2008/10/gilda-filme-de-1946/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2008 22:47:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Clara</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>

		<category><![CDATA[Charles Vidor]]></category>

		<category><![CDATA[Clássicos]]></category>

		<category><![CDATA[Clássicos dos Clássicos]]></category>

		<category><![CDATA[E.A. Ellington]]></category>

		<category><![CDATA[Femmes Fatales]]></category>

		<category><![CDATA[George Macready]]></category>

		<category><![CDATA[Gilda]]></category>

		<category><![CDATA[Glenn Ford]]></category>

		<category><![CDATA[Jo Eisinger]]></category>

		<category><![CDATA[Joseph Calleia]]></category>

		<category><![CDATA[Marion Parsonnet]]></category>

		<category><![CDATA[Rita Hayworth]]></category>

		<category><![CDATA[Rudolph Mate]]></category>

		<category><![CDATA[Steven Geray]]></category>

		<category><![CDATA[Virginia Van Upp]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Filme assistido em 1950, embora não seja um filme premiado, &#8220;Gilda&#8221; é um dos mais famosos &#8220;filmes-noir&#8221; de todos os tempos. Realizado pelo cineasta Charles Vidor, mostra-se como um melodrama tenso, com ótimos diálogos, seu Roteiro é de Marion Parsonnet e Jo Eisinger baseado em história de E.A. Ellington, a Produção de Virginia Van Upp, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"> <img class="aligncenter" src="http://img116.imageshack.us/img116/4791/gildaag2.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">Filme assistido em 1950, embora não seja um filme premiado,<strong> &#8220;Gilda&#8221; </strong>é um dos mais famosos <em>&#8220;filmes-noir&#8221;</em> de todos os tempos. Realizado pelo cineasta <strong>Charles Vidor</strong>, mostra-se como um melodrama tenso, com ótimos diálogos, seu Roteiro é de <strong>Marion Parsonnet</strong> e <strong>Jo Eisinger</strong> baseado em história de<strong> E.A. Ellington</strong>, a Produção de <strong>Virginia Van Upp</strong>, filme em preto-e-branco e a Fotografia de <strong>Rudolph Mate</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Fazem parte do elenco: <strong>Rita Hayworth</strong>, <strong>Glenn Ford</strong>, <strong>George Macready</strong>, <strong>Joseph Calleia</strong>, <strong>Steven Geray</strong>, <strong>Joe Sawyer</strong>, <strong>Gerald Mohr</strong>, <strong>Mark Roberts</strong>, <strong>Robert E. Scott</strong> e <strong>Donald Douglas.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong>Johnny Farrell</strong></span> (<strong>Glenn Ford</strong>) e o proprietário do Cassino de Buenos Aires, <span style="color: #ff6600;"><strong>Ballin Mundson</strong></span> (<strong>George Macready</strong>), conhecem-se em uma ruela, onde <span style="color: #ff6600;">Ballin</span> pede sua ajuda durante um assalto. Mais tarde, <span style="color: #ff6600;">Johnny</span> vai ao<em> Cassino</em> onde, depois de jogar bastante, é levado ao escritório de <span style="color: #ff6600;">Ballin</span>. Lá, termina sendo contratado para trabalhar para ele. Depois de poucas semanas, passa a ser o braço-direito do chefe e termina assumindo o <em>Cassino</em> quando <span style="color: #ff6600;">Ballin</span> viaja.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/7A-e7UnTa2k" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/7A-e7UnTa2k"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">Ao voltar da viagem, <span style="color: #ff6600;">Ballin</span> traz sua nova e bela esposa, <span style="color: #ff6600;"><strong>Gilda</strong></span>, que logo é apresentada a <span style="color: #ff6600;">Johnny</span>. O que o chefe não sabe é que <span style="color: #ff6600;">Gilda</span> e <span style="color: #ff6600;">Johnny</span> já haviam tido um relacionamento amoroso no passado. Os dois passam a ter uma relação tempestuosa de amor e ódio. Sempre que pode, Gilda dança com alguns freqüentadores do <em>Cassino</em>, meramente para fazer ciúmes a <span style="color: #ff6600;">Johnny</span>.</p>
<p style="text-align: justify;">Pouco tempo depois, <span style="color: #ff6600;">Johnny</span> descobre que <span style="color: #ff6600;">Ballin</span> é mais do que um simples proprietário de um <em>Cassino</em>. Na realidade, ele está à frente de um monopólio de <em>tungstênio</em>, com planos de se estender pelo mundo afora. Quando um homem ameaça os seus planos, ele o mata. Ao tomar conhecimento de que a polícia já sabe sobre o assassinato, <span style="color: #ff6600;">Ballin</span> arranja para passar por morto em um desastre aéreo.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;">Johnny</span> assume os negócios de <span style="color: #ff6600;">Ballin</span>, inclusive os ligados ao monopólio de <em>tungstênio</em> e, para surpresa de todos, casa-se com <span style="color: #ff6600;">Gilda</span>. Ela se casa por amor, mas <span style="color: #ff6600;">Johnny</span> com segundas intenções. Logo depois da cerimônia, ele a deixa. Por noites, ela aguarda sua volta, sem sucesso.</p>
<p><img src="http://img160.imageshack.us/img160/7066/gilda04zi3.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">Depois de uma frustrada visita ao escritório dele, para dizer-lhe que nunca houve nenhum outro homem em sua vida, ela descobre que <span style="color: #ff6600;">Johnny</span> contratou alguém para acompanhar todos os seus passos. Ela decide, então, fugir para Montevidéu.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de uma temporada no Uruguai, retorna à Buenos Aires acompanhada de um novo namorado. Uma vez na capital argentina, descobre que ele é um dos homens de <span style="color: #ff6600;">Johnny</span>.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse meio tempo, a polícia toma conhecimento do monopólio de <em>tungstênio</em>, prendendo todos os envolvidos. O <em>Cassino</em> é fechado. <span style="color: #ff6600;">Johnny</span> evita a prisão ao decidir cooperar com a polícia. O detetive <span style="color: #ff6600;"><strong>Maurice Obregon</strong></span> (<strong>Joseph Calleia</strong>), que vinha observando <span style="color: #ff6600;">Gilda</span>, como parte de suas investigações, conclui que ela não tinha a menor participação nos negócios escusos do marido, bem como, que ela é realmente apaixonada por <span style="color: #ff6600;">Johnny.</span> Ao tomar conhecimento de toda a verdade sobre <span style="color: #ff6600;">Gilda</span>, <span style="color: #ff6600;">Johnny</span> percebe quão injusto ele tem sido com ela.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, quando ela está se preparando para retornar aos Estados Unidos, ele a procura para confessar seu amor por ela. É quando <span style="color: #ff6600;">Ballin</span> retorna à procura de <span style="color: #ff6600;">Gilda</span>. Ao vê-la junto a<span style="color: #ff6600;"> Johnny</span>, ele tenta matar os dois, mas seu mordomo, <span style="color: #ff6600;"><strong>Tio Pio </strong></span>(<strong>Steven Geray</strong>), se adianta e os salva. <span style="color: #ff6600;">Gilda </span>e <span style="color: #ff6600;">Johnny</span> partem, finalmente, juntos, para os Estados Unidos.</p>
<p><img src="http://img526.imageshack.us/img526/9672/gilda2zf8.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">No elenco, <strong>Glenn Ford</strong> e <strong>George Macready</strong> apresentam grandes interpretações. No entanto, é <strong>Rita Hayworth</strong>, no papel-título, a grande estrela do filme. Além de linda, <strong>Hayworth</strong> mostra-se extremamente sensual, uma das maiores <em><span style="color: #ff6600;"><strong>&#8216;femmes fatales&#8217;</strong></span></em> do cinema. Sua interpretação da música <span style="color: #ff9900;"><strong><em>&#8220;Put the Blame on Mame&#8221;</em></strong> </span>é inesquecível.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale ver e rever, existem <strong>clássicos</strong> e existem os <strong>clássicos dos clássicos</strong>. É exatamente na última categoria onde se situa <span style="color: #ff6600;"><strong>Gilda</strong></span>, com <strong>Rita Hayworth</strong>, destilando sensualidade e magnetismo.</p>
<p>Bibliografia:<a title="65 anos de cinema" href="http://www.65anosdecinema.pro.br/Gilda.htm" target="_blank"> 65 anos de cinema</a></p>
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		<title>Cobertores Parahyba</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 00:26:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Clara</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Propaganda]]></category>

		<category><![CDATA[TV]]></category>

		<category><![CDATA[comercial cobertores Parahyba]]></category>

		<category><![CDATA[propaganda cobertores Parahyba]]></category>

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		<description><![CDATA[Agora vamos recordar os comerciais dos anos 50, 60, 70 e 80.
Essa imagem era sempre vista nas revistas da época.

Essa propaganda dos Cobertores Parayba é bem antiga, minha mãe cantava essa musiquinha para eu ir para cama, e eu também cantei para minhas filhas quando pequenas com o mesmo intuíto.

Acho que muitos vão recordar da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agora vamos recordar os comerciais dos anos 50, 60, 70 e 80.</p>
<p>Essa imagem era sempre vista nas revistas da época.</p>
<p><img src="http://img338.imageshack.us/img338/7707/cobertoresparahibaqd9.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">Essa propaganda dos <strong>Cobertores Parayba</strong> é bem antiga, minha mãe cantava essa musiquinha para eu ir para cama, e eu também cantei para minhas filhas quando pequenas com o mesmo intuíto.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/MzHD6vw8SqU&amp;feature" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/MzHD6vw8SqU&amp;feature"></embed></object></p>
<p>Acho que muitos vão recordar da infância ao ver esse comercial.</p>
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		<title>Uma Rua Chamada Pecado (A Streetcar Named Desire) - Filme 1951</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Oct 2008 23:23:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Clara</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>

		<category><![CDATA[A Streetcar Named Desire]]></category>

		<category><![CDATA[Elia Kazan]]></category>

		<category><![CDATA[Festival de Veneza]]></category>

		<category><![CDATA[Globo de Ouro 1952]]></category>

		<category><![CDATA[Karl Malden]]></category>

		<category><![CDATA[Kim Hunter]]></category>

		<category><![CDATA[Marlon Brando]]></category>

		<category><![CDATA[Oscar 1952]]></category>

		<category><![CDATA[Taça Volpi]]></category>

		<category><![CDATA[Tennessee Williams]]></category>

		<category><![CDATA[Um Bonde Chamado Desejo]]></category>

		<category><![CDATA[Uma Rua Chamado Pecado]]></category>

		<category><![CDATA[Vivien Leigh]]></category>

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		<description><![CDATA[
Uma Rua Chamada Pecado (A Streetcar Named Desire), é um filme norte-americano de 1951 dirigido por Elia Kazan, baseado na peça Um Bonde Chamado Desejo, de Tennessee Williams.
Blanche DuBois é uma madura mas ainda atraente mulher sulista que gosta da virtude e da cultura, mas que usa isso como escudo para esconder sentimentos de amargura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://img137.imageshack.us/img137/3921/cartazruachamadapecadogko0.jpg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Uma Rua Chamada Pecado (A Streetcar Named Desire)</strong>, é um filme norte-americano de 1951 dirigido por <strong>Elia Kazan</strong>, baseado na peça <em>Um Bonde Chamado Desejo</em>, de <strong>Tennessee Williams</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;">Blanche DuBois</span> é uma madura mas ainda atraente mulher sulista que gosta da virtude e da cultura, mas que usa isso como escudo para esconder sentimentos de amargura e desilusão, além do vício do alcoolismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo em que foge da realidade, <span style="color: #ff6600;">Blanche</span> ainda busca atrair pretendentes. Ela chega ao apartamento da irmã <span style="color: #ff6600;">Stella Kowalski</span> em <em>New Orleans</em>, usando o bonde (elétrico) que faz a rota chamada <em>&#8220;Desire&#8221;.</em> Esse novo ambiente abala os nervos de <span style="color: #ff6600;">Blanche</span>. <span style="color: #ff6600;">Stella</span> teme a reação do marido <span style="color: #ff6600;">Stanley</span> com os modos e a doença da irmã. <span style="color: #ff6600;">Blanche</span> diz que trabalhava como professora de Inglês, mas que teve de parar por causa de sua doença nervosa, mas na verdade ela foi despedida por se envolver com um garoto de 17 anos de idade. Seu marido se suicidara e ela fugira da sua cidade para escapar dos problemas.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/2iqpL8QnGro" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/2iqpL8QnGro"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;">Stanley</span> (<strong>Marlon Brando</strong>) é um homem rude e grosseiro, dominando <span style="color: #ff6600;">Stella</span> (<strong>Kim Hunter</strong>) com seu comportamento abusivo, mas sensual, mas que em <span style="color: #ff6600;">Blanche</span> (<strong>Vivien Leigh</strong>) só causa repulsa. O amigo dele, <span style="color: #ff6600;">Mitchell</span> (<strong>Karl Malden</strong>), se interessa por <span style="color: #ff6600;">Blanche</span>, a quem considera uma dama. <span style="color: #ff6600;">Stanley</span> acaba se enfurecendo com<span style="color: #ff6600;"> Blanche</span>, quando ela interfere no seu relacionamento com a esposa. <span style="color: #ff6600;">Stanley</span> descobre o passado da cunhada e a desmascara, arruinando de vez a vida de todos.</p>
<p><img src="http://img252.imageshack.us/img252/5185/umaruaif9.jpg" alt="" /> </p>
<p style="text-align: justify;">Recebeu o <strong>Oscar  1952</strong> Vencedor dos Prêmios de <strong>Melhor Atriz</strong> (<em><strong>Vivien Leigh</strong></em>), <strong>Melhor Atriz Coadjuvante</strong> (<em><strong>Kim Hunter</strong></em>), <strong>Melhor Ator Coadjuvante</strong> (<strong><em>Karl Malden</em></strong>) e <strong>Melhor Direção de Arte</strong>; o <strong>Globo de Ouro 1952</strong>,<strong> </strong>vencedor do <strong>Prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante</strong> (<strong><em>Kim Hunter)</em></strong>; no <strong>Festival de Veneza</strong>, vencedor do <strong>Prêmio Especial do Júri</strong> (<em><strong>Elia Kazan</strong></em>) e da <strong>Taça Volpi</strong> de <strong>Melhor Atriz</strong> (<strong><em>Vivien Leigh</em></strong>).</p>
<p style="text-align: justify;">Vale a pena ver e rever esse clássico do cinema, nós mulheres ainda vamos suspirar ao ver a beleza estonteante e toda a sensualidade de <strong>Marlon Brando</strong>. UM VERDADEIRO PECADO&#8230;</p>
<p>Bibliografia: <a title="Webcine" href="http://www.webcine.com.br/" target="_blank">Webcine</a><br />
<a title="Wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Uma_Rua_chamada_Pecado" target="_blank">Wikipédia Livre</a></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/VelhosTemposBelosDias/~4/433015717" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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